O Lado Bom da Vida - Matthew Quick
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Editora Intrínseca,
Matthew Quick,
Resenha
Depois de ser internado numa clínica psiquiátrica, Pat Peoples pensa que sua vida está destruída. Pat sai, depois de alguns anos, do “lugar ruim” determinado a reconquistar sua ex mulher Nikki para que ele possa retomar sua antiga vida. Ele até então não lembra o que fez a Nikki para ela ter se afastado, mas sabe que o cantor Kenny G está no meio disso e tenta, além de tudo, recuperar sua memória.
Determinado a dar um fim no “tempo separados”, Pat pratica “ser gentil ao invés de ter razão”, ele se considera uma pessoa melhor e espera que Nikki perceba isso.
Sua mãe, Jeanie, por amá-lo bastante, procura agradar e compra algumas aparelhagens de musculação para que ele se exercite em casa, o que é importante para ele na tentativa de reconquistar Nikki. Ele conhece Tiffany durante o período em que tenta reconstruir sua vida e sua memória, que, além de ter sua idade, também ficou louca após a morte do seu marido. Tiffany, com intuito de ser amiga de Pat, começa a correr com ele todos os dias, e com certo sacrifício consegue enfim conquistar a amizade de Pat.
Quando Tiffany passa a fazer parte da história, surgem sentimentos e expectativas em quem lê. Os encontros de Pat e seu terapeuta Dr. Cliff, que o trata mais como amigo do que como paciente, nos trazem diálogos construtivos.
A relação que Pat tem com seu pai é bem conturbada, quase não conversam, porém são ligados de alguma forma quando o assunto é futebol americano. Com o objetivo de construir novamente uma ponte de união entre ele e o pai, Pat se torna o antigo torcedor dos Eagles.
O livro apresenta uma narrativa bem lenta, mas que ao longo da história, percebe-se que é apropriada já que está sendo narrada por um doente mental. São usadas palavras bem simples, mas é o que torna o livro apaixonante e instigante.
Espero que vocês gostem e se não leram ainda, leiam! Eu sou completamente apaixonada por esse livro, leria ele mais mil vezes. Deixem comentários, responderei com muito prazer.
Classificação:
Determinado a dar um fim no “tempo separados”, Pat pratica “ser gentil ao invés de ter razão”, ele se considera uma pessoa melhor e espera que Nikki perceba isso.
- Eu te amo. Soube no momento que te conheci. Lamento ter levado tanto tempo pra entender, apenas estava emperrado.
Sua mãe, Jeanie, por amá-lo bastante, procura agradar e compra algumas aparelhagens de musculação para que ele se exercite em casa, o que é importante para ele na tentativa de reconquistar Nikki. Ele conhece Tiffany durante o período em que tenta reconstruir sua vida e sua memória, que, além de ter sua idade, também ficou louca após a morte do seu marido. Tiffany, com intuito de ser amiga de Pat, começa a correr com ele todos os dias, e com certo sacrifício consegue enfim conquistar a amizade de Pat.
Quando Tiffany passa a fazer parte da história, surgem sentimentos e expectativas em quem lê. Os encontros de Pat e seu terapeuta Dr. Cliff, que o trata mais como amigo do que como paciente, nos trazem diálogos construtivos.
Eu gostava de estar com você mesmo que não falássemos nada.
A relação que Pat tem com seu pai é bem conturbada, quase não conversam, porém são ligados de alguma forma quando o assunto é futebol americano. Com o objetivo de construir novamente uma ponte de união entre ele e o pai, Pat se torna o antigo torcedor dos Eagles.
O livro apresenta uma narrativa bem lenta, mas que ao longo da história, percebe-se que é apropriada já que está sendo narrada por um doente mental. São usadas palavras bem simples, mas é o que torna o livro apaixonante e instigante.
Espero que vocês gostem e se não leram ainda, leiam! Eu sou completamente apaixonada por esse livro, leria ele mais mil vezes. Deixem comentários, responderei com muito prazer.
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