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    Mostrando postagens com marcador Editora Leya. Mostrar todas as postagens
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    O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares - Srta. Peregrine - Livro 01 - Ransom Riggs – Editora Leya

    Sinopse: Tudo está à espera para ser descoberto em O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares, um romance inesquecível que mistura ficção e fotografia em uma experiência de leitura emocionante. Nossa história começa com uma horrível tragédia familiar que lança Jacob, um rapaz de 16 anos, em uma jornada até uma ilha remota na costa do País de Gales, onde descobre as ruínas do Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Enquanto Jacob explora os quartos e corredores abandonados, fica claro que as crianças do orfanato são muito mais do que simplesmente peculiares. Elas podem ter sido perigosas e confinadas na ilha deserta por um bom motivo. E, de algum modo ? por mais impossível que pareça ? ainda podem estar vivas. Uma fantasia arrepiante, ilustrada com assombrosas fotografias de época, O orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares vai deliciar adultos, adolescentes e qualquer um que goste de aventuras sombrias.


    Pode conter spoilers

    Título: O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares 
    Titulo original: Miss Peregrine’s Home for Peculiar Childre
    Autor: Ransom Riggs
    Editora: Leya
    Páginas: 335
    Ano: 2012
    Gênero: Fantasia / Young Adult



    O Orfanato da Srta. Peregrine para crianças peculiares conta a historia de Jacob Portman, que cresceu ouvindo as histórias de seu avo, Abraham Portman sobre o orfanato que viveu quando era criança e as crianças com habilidades peculiares que lá viviam.

    O inverno das fadas - Carolina Munhóz - Fantasy Casa da palavra






    Se existe um ser fantástico apaixonante esse ser ,para mim, é a fada! Eu adoro ler histórias de fadas e sempre procuro livros assim. Aliás, prefiro fadas à vampiros e foi com essa paixão que fiquei louca quando o livro da Carol Munhóz foi lançado. A capa é linda, a diagramação muito bem feita e o papel pólen tem um cheirinho de livro bom. Combinações perfeitas para uma boa história.

    Sinopse:Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres simples que nascem e morrem sem deixar uma marca muito grande ou mesmo significativa na humanidade. Mas existem outros que possuem talentos inexplicáveis. Um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalho maravilhosos? São cantores com vozes de anjos, artistas com mãos de criadores e escritores imortais. Existe uma explicação para isso. Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada-amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura. E morte.

    Adorei o livro, o enredo, os personagens e a forma como a autora teceu a sua obra. Realmente a leitura é rápida, mas bem detalhada. Eu degustei cada palavra e não corri com a leitura para poder entender um pouco mais do universo das fadas. Nunca tinha ouvido falar nas fadas vampiros e achei muito interessante essa abordagem. Nos contos as fadas são como anjos, porém as fadas deste livros são mais perigosas do que vampiros, zumbis e monstros. 

    Sophia Coldheart é uma Leanan Sídhe , uma espécie poderosa de fada que seduz artistas e os leva a loucura e a morte para sobreviver. Ela precisa matar a sua presa para recarregar suas energias. Apesar da sina de matar todos que se apaixonam por ela, Sophia é uma fada doce, carinhosa, amiga e cheia de emoções. O mais interessante são os artitas que ela já se relacionou. Eu fiquei tentando adivinhar alguns casos, pois Carolina Munhóz descreveu as mortes trágicas de artistas verdadeiros. Ela citou astros do rock, da música, atrizes, escritores. Falando em escritor, achei muito engraçada a parte de Paulo Coelho e a explicação que ela deu para ele não ter se envolvido com Sophia.hahaha

    Cada capítulo tem uma frase de uma música famosa relacionada ao momento da história. Como o livro é um romance fantástico, temos muitas músicas melancólicas e outras mais animadas. Confesso que não indentifiquei várias músicas que fico cantando o tempo todo hahaha. Quando tiramos uma frase do contexto e colacamos em outro lugar é impressionante como o nosso olhar sobre ela muda. Foi por isso que considerei o livro muito original e bem escrito. Além de ficar a tarde inteira procurando as músicas na internet só para ouvir e lembrar da história. Livro bom é assim, marca o leitor ao ponto de deixá-lo pensando horas na história.

    A história é toda amarradinha, com os altos e baixos na hora certa e uma tensão do ínicio ao fim. Afinal, Will é o  cara perfeito, mas é uma presa de Sophia, então o leitor fica ansioso esperando a resposta para o dilema mortal. Se ele deixar de amá-la ela fica fraca, se ela ficar por perto, ele morre. Romance tenso, mas muito bom.

    A única coisa diferente, é que o livro foi todo ambientado na Inglaterra e a escrita parece muito com o estilo americano. Gostei muito e fiquei surpresa de ver uma autora nacional escrevendo muito bem sobre uma outra cultura. Achei interessante e corajoso. Hoje em dia parece que o autor nacional tem obrigação de escrever sobre o Brasil. Eu não acho. Penso que se o autor sabe escrever e fez uma ótima pesquisa, não tem problema algum escolher outro país para ambientar a história, só que muitas vezes o autor não sabe escrever, aí complica.

    Os personagens principais são ótimos! Eles tem uma química enorme e protagonizam cenas eróticas leves e envolventes. Não é nada pesado, mas muito instigante e curioso. Parece que a autora narrou as cenas de sexo com carinho, como se ela fosse a personagem e estivesse sentindo tudo aquilo. Foi muito emocionante. 

    Recomendo a leitura! Indico para todo mundo e estou morrendo de vontade de ler o outro livro de fadas da Carol.

    Ah, só tem um detalhe que eu vou perguntar a autora quando conhecê-la. O nome do mocinho é Willian Bass, não pude deixar de lembrar do meu "vilão" preferido Chuck Bass. Será que tem alguma relação? rs

    Beijinhos,

    A Menina que não Sabia Ler - John Harding


    Gosto não se discute principalmente quando estamos falando de livros, por isso sempre digo a todos que me perguntam sobre meus estilos literários preferidos  que sou apaixonada por chick lit e trilhers policiais e crio resistências contra qualquer outro tipo de leitura. Só que como sou curiosa leio de tudo, mesmo quando fico de “birra” com o livro.

    A menina que não sabia ler  tem uma capa linda e super interessante que despertou a minha curiosidade logo de cara e a história era um tanto quanto intrigante. Sendo assim troquei o livro no skoob ,toda animada,  esperando ser surpreendida a cada página que lia, mas isso não aconteceu e comecei a implicar com a personagem principal e com o enredo.Já queria aposentá-lo em minha estante de livros monótomos, mas minha amiga me disse que este livro era um suspense psicológico por isso tinha essa trama toda misteriosa e sem nexo.

    Opa! Suspense psicológico pode ser interessante, pensei  e senti o fogo da leitura circulando em minhas veias. Lá fui eu dar mais uma chance... 

    Gostar, eu gostei, mas achei um pouco  enrola-enrola  demais e sinceramente eu não fui surpreendida no final. A menina já demonstrava ter distúrbios que a levariam a fazer o fato narrado! Podem falar o que quiser para mim não foi envolvente, intrigante e muito menos surpreendente.

     A história se passa em Nova Inglaterra no ano de 1891 em uma mansão no interior da cidade, onde dois órfãos vivem sobre a tutela de uma governanta e com o dinheiro do Tio, até então o único parente vivo. Florence e Guilles são irmãos de mães diferentes, mas são como unha e carne. Brincam o dia inteiro no campo e no lago até que chega o dia em que Guilles  é levado para a escola de meninos e Florence continua na mansão. A distância entre os dois faz com que a menina tenha alucinações e pesadelos terríveis com o irmãozinho. Para distrair a saudade descobre uma biblioteca, mas não pode nem chegar perto dos livros, pois seu Tio a proibiu de aprender a ler e escrever. Só que isso não impede a jovem de mergulhar no mundo das histórias e a descobrir as letras por conta própria, deste jeito Florence lê um livro a cada dia e arruma várias maneiras de driblar a vigilância da governanta. Entre Torres e mistérios surge Theo Van Hossier um garoto simpático que morre de amores pela vizinha adolescente e a distrai enquanto Guilles está na escola.

    Uma coisa tenho urgência em destacar: o livro quase não tem erros de português. O que para padrões editoriais brasileiros é uma conquista, porque tenho visto cada livro mal editado...

    Quem quiser ler fique a vontade, mas já aviso logo que a personagem principal é doida! rs