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A Garota Que Você Deixou Para Trás - Jojo Moyes - Intrínseca
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Editora Intrínseca,
Gostei e Recomendo,
Jojo Moyes,
ótimo,
Resenha
Sinopse: Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra. Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.
Jojo Moyes
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580574715
Ano de publicação: 2014
Número de páginas: 384
Tradutor: Adalgisa Campos da Silva
A Última Carta de Amor - Jojo Moyes
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Bom,
Intrínseca,
Jojo Moyes,
Romance Contemporâneo
"[...] Mas, sendo muito honesta, a resposta é não. EU não penso nela e não me sinto culpada. Porque acho que isso não teria acontecido se eles estivessem felizes ou fossem... sabe... ligados."
Jennifer Stirling acaba de retornar à sua antiga vida, após uma temporada no hospital recuperando-se de um grave acidente de carro que a deixou parcialmente sem memória. Por mais que ela tenha flashs de sua vida conjugal com Laurence, de seu seleto grupo de amigos e da senhora Cordoza, Jenny não consegue identificar o que falta em sua vida, o que falta para sentir-se completa.
Seu marido Laurence é um figurão da alta sociedade e está sempre viajando a negócios para diferentes lugares no mundo, deixando-a em casa fazendo o que nasceu para fazer: receber, organizar os melhores jantares e dar ordens aos empregados. Um vida triste e solitária, é o que Jenny começa a acreditar ser a sua. Aos poucos, ela tenta recuperar a memória e enquanto organiza novamente suas coisas encontra um bolo de cartas assinadas por um homem: B. Tudo a leva a crer que tinha um amor fora do casamento.
Quatro décadas depois, Ellie Hawort vasculha os arquivos antigos do jornal Nation e encontra uma dessas cartas. Fascinada com a história que se apresenta diante de seus olhos, Ellie resolve ir mais fundo e procura saber o que aconteceu a esses protagonistas e talvez escrever a matéria mais importante de sua carreira como jornalista.
"A única forma de eu poder suportar isso é estar em um lugar em que não a veja nunca, em que eu não seja assombrado pela possibilidade de vê-la com ele. Preciso estar em um lugar onde a pura necessidade impeça que você ocupe cada minuto, cada hora dos meus pensamentos. Aqui isso é impossível." Homem para Mulher, por carta.
É nesse cenário que Jojo Moyes nos envolve em uma trama de amores impossíveis e casos extra-conjugais em diferentes tempos. Começo a perceber que é característica da autora explorar em seus livros o passado e o presente e ouso dizer que, nesse aspecto, A Última Carta de Amor se assemelha muito à outra obra que li dela: A Casa das Marés.
Há uma mistura entre o passado de décadas atrás e o atual. Jojo nos mostra a realidade de uma mulher da década de 1960, controlada por um marido e por uma sociedade que a suga. Ao mesmo tempo amargurada e infeliz, ela consegue encontrar forças para ousar e viver um novo amor. O mesmo se passa na atualidade. A bem sucedida jornalista Ellie mantém um caso com um homem casado, sem a menor culpa.
A última carta de amor está longe de ser um romance frívolo, pelo contrário, em alguns momentos a trama é bem densa. Quem não está acostumado à escrita da autora, pode considerar a narrativa um pouco cansativa e a história um tanto arrastada, mas eu já sabia o que encontrar. Me encanta essa característica da Jojo de sempre retratar os dois lados, de mostrar que por mais que o tempo passe, algumas coisas simplesmente se repetem.
Recomendo a leitura, mas aviso, Jojo Moyes tem um jeito peculiar de escrever seus romances. Mesmo com toda sutileza de suas colocações e uma proposta diferente e interessante, pode ser que ela não o agrade por completo.
A Casa das Marés - Jojo Moyes
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Bertrand,
Jojo Moyes,
Romance Contemporâneo
"Na década de 1950, uma cidade litorânea chamada Merham é dominada por uma série de regras sociais austeras. Lottie Swift, acolhida durante a guerra e criada pela respeitável família Holden, ama viver ali naquela cidade, mas Célia, a filha legítima do casal, não vê a hora de ultrapassar os limites de Merham.Quando um excêntrico grupo de artistas se muda para Arcádia, a velha mansão art déco construída de frente para o mar, as meninas não resistem à tentação de se aproximarem deles. Mas o choque para os moradores de Marham é inevitável e acaba por desencadear uma série de acontecimentos que terão conseqüências trágicas e duradouras para todos.
Quase cinqüenta anos depois, no início do século 21, Arcádia começa a ser restaurada, voltando à vida e mais uma vez trazendo à tona intensas emoções. E a magia que permeia a mansão faz com que os personagens confrontem suas lembranças e se perguntem: É possível deixar nosso passado para trás?"
Quase cinqüenta anos depois, no início do século 21, Arcádia começa a ser restaurada, voltando à vida e mais uma vez trazendo à tona intensas emoções. E a magia que permeia a mansão faz com que os personagens confrontem suas lembranças e se perguntem: É possível deixar nosso passado para trás?"
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A Casa das Marés conta a historia de Lottie, uma menina que foi adotada por uma tradicional família de Merham da década de 1950. Lottie e Célia, filha do casal que a adotou, sempre foram amigas acima de tudo e dividiam os problemas e as muitas aventuras que viviam!
Essas aventuras tornaram-se ainda mais interessantes quanto um grupo de artistas resolveu mudar-se para Merham, ocupando uma casa intrigante e diferente: Arcadia. Porém, a cidade não parecia estar preparada para seus novos e excêntricos moradores. Uma série de acontecimentos terminaram com Celia sendo enviada a Londres para estudar e voltando para casa com um noivo na bagagem. O que Lottie não imaginava era que aquele homem estava destinado a fazer parte de sua vida, de uma forma ou de outra.
Cinquenta anos depois, Arcadia é vendida e restaurada para ser transformada em um hotel de luxo que abrigaria turistas londrinos. Merhan, no entanto, nada evoluiu e mesmo depois de tantos anos ainda impera um enorme preconceito contra aquilo que é novo.
Esse livro "me comprou". Entrei na livraria procurando um outro livro e vi "A Casa das Marés" na prateleira. Achei a capa bonita e peguei para ler a sinopse. Coloquei no lugar e pensei: não vou gostar! Andei de um lado para o outro e peguei o livro novamente, e novamente coloquei no lugar. Fiquei horas com esse livro na mão, e não consegui não comprar, mesmo achando que ele não ia me agradar! Por isso digo que ELE me comprou!!!
Gostei bastante do livro, mas confesso que ele começou a prender minha atenção a partir do capitulo cinco. Valeu a pena!! Um livro que mostra muitas formas de preconceito, contra o novo, contra as pessoas... Uma lição de que nada dura para sempre e que é preciso aprender a amar o que temos de importante, e principalmente, amar quem temos ao nosso lado.














