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    {Resenha} Um dia de cada vez - Courtney C. Stevens - Suma de Letras


    Sinopse: Alexi Littrell era uma adolescente normal até que, em uma noite de verão, sua vida é devastada. Envergonhada, a menina começa a se arranhar e a contar compulsivamente uma tentativa de fazer a dor física se sobrepor ao sofrimento que passou a esconder de todos. Ela só consegue sobreviver ao terceiro ano do ensino médio graças às letras de música que um desconhecido escreve em sua carteira. As canções parecem adivinhar o que o coração de Alexi está sentindo. Bodee Lennox nunca foi um adolescente normal, mas agora é o menino que teve a mãe assassinada pelo pai. Em seguida, ele vai morar com os Littrell, e Alexi acaba descobrindo que o Garoto Ki-Suco, o quieto e desajeitado menino de cabelos coloridos, pode ser um ótimo amigo. Em Um dia de cada vez, Alexi e Bodee, ao mesmo tempo em que fingem para o resto do mundo que está tudo bem, passam a apoiar um ao outro, tentando viver um dia de cada vez.


    Um dia de cada vez é o tipo de livro que eu nem sei como escrever sobre. Não sei nem por onde começar a falar de um livro que conseguiu ser perfeito! É tão intenso, emocionante, bem escrito, com personagens e conflitos tão reais que quando você termina só quer se enrolar em cobertor e chorar e querer mais de um livro tão lindo!

    Movie Day: Agora e para sempre



    Agora e Para Sempre
    Tessa é uma adolescente de 17 anos apaixonada pela vida. Diagnosticada com uma doença terminal, ela decide fazer bom uso de cada momento fazendo uma lista de tudo o que uma adolescente normal iria experimentar. Com a ajuda de uma amiga, ela começa a pôr em prática os itens da lista. Tessa passa a explorar um mundo novo e viver cada dia o mais intensamente possível. No entremeio, a garota se apaixona por Adam, item que não estava na lista, mas que se prova a mais revigorante experiência de todas.

    Esse é um daqueles filmes para se assistir apenas UMA VEZ. E nunca mais ousar colocá-lo novamente, porque já bastante os litros de lágrimas e a dor no final, você vai querer repetir? Tenho certeza que não. 
    Sei que muita gente vai me chamar de louca por recomendar um filme tão forte e dolorosamente triste como esse, mas eu recomendo oras! Não sei, eu tive a esperança de um final diferente, mas desde o inicio sabia que não aconteceria porque Tessa já estava em estágio terminal. 

    Durante todo o filme eu aprendi a dar valor ao que temos. E pensei o tempo inteiro no meu namorado, nos meus pais, nos meus irmãos. Tive medo, confesso, e vontade de colocá-los em bolhas para que nada pudesse acontecer. Pensei em como sou sortuda por, aos 20 anos, ter encontrado a pessoa certa para dividir a vida, e sim, pode acabar, mas ainda vou acreditar que ele é a minha alma gemea, a pessoa destinada a fazer meu coração bater forte todos os dias. É ele, o meu oposto, aquele que tem atitudes que detesto, é ele. E já era ele antes de ser amor. 

    E gente, não sei, mas poderia ficar a noite inteira escrevendo sobre as maravilhas do mundo em vez de estar escrevendo uma resenha decente, me perdoem, mas esse filme me permite vaguear por aí, pelos meus pensamentos. Ficar reflexiva...

    É isso, termino aqui recomendando o filme mais triste do mundo, mas o mais tocante. E usando a frase da Tessa: "Viva cada momento. Ame a cada minuto."  

    Todo dia - David Levithan - Galera Record



    Sinopse: Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.



    Os náufragos - Elin Hilderbrand - Bertrand Editora


     
     
    Quando o professor de música Greg MacAvoy passa uma chuvosa noite de domingo com uma bela aluna do último ano do ensino médio, os boatos se espalham na cidade. Os comentários desgastam o casamento de Greg, e sua mulher, Tess, se divide entre o amor pelo marido e um segredo só seu. Com a chegada do aniversário de casamento, porém, os MacAvoy saem no veleiro para comemorar, na esperança de que atormenta tenha ficado para trás. Em vez disso, chega uma notícia trágica - Greg e Tess se afogaram misteriosamente. O que terá acontecido com o casal?

     
     
     
     
     
    Preciso confessar uma coisa: Eu tenho preguiça de ler livros com muitas páginas. Fico cansada só de olhar, por isso fiquei um pouco receosa ao pegar Os Náufragos para ler. Olhei para o livro e disse: Surpreenda-me. Ele fez mais, ele acabou comigo. Foi castigo por ter ficado com preguiça. Eu gostei tanto da história, mas tanto que leria mais 500 páginas com prazer.

    Movie Day: Lola


    SINOPSE: Lola (Miley Cyrus) namora Chad (George Finn). Ele têm uma banda e ensaia quase todos os dias para o grande show da escola. Tudo ia muito bem entre eles até Lola descobrir que Chad é na verdade um galinha. Para piorar suas notas na escola vão de mal a pior. Sua mãe (Demi Moore) está tão brava com as confusões de Lola que não vai mais deixar ela ir à Paris no final do semestre com a escola. Só que as coisas ficam ainda mais complicadas quando Lola percebe que Kyle (Douglas Booth), seu melhor amigo, pode ser muito mais que isto. O que fazer agora, se todos eles só pensam em se divertir e curtir?

    PERFEITO! Sabe aquele filme que você não dá nada e enrola pra assistir? Foi assim com Lola, enrolei até que domingo passado colei minha bunda na cadeira e prometi que só sairia de lá quando o filme acabasse. E quando acabou fiquei com gostinho de quero mais. Aliás, quero muito muito muito mais. É um filme comédia romântica que lhe dá muitas lições tanto sobre amizade como sobre relacionamento familiar. 

    O relacionamento de Lola com a mãe é muito parecido com o meu e da minha mãe. Sim, somos tão diferentes, mas ao mesmo tempo, tão iguais. E além disso, como no filme, somos amigas e acho legal ter uma relação assim com a sua mãe. A Demi Moore interpreta a mãe da Lola, e está incrível mesmo depois de tudo que passou com o ex-marido. Ela sim é uma atriz e tanto, tiro meu chapéu para ela. Sempre! No meio dessa relação conturbada com a mãe-amiga, Lola ainda tem que lidar com suas amigas, seu ex-namorado e seu melhor amigo Kyle. Tudo assim mesmo, junto e misturado!

    Além de atores gatos, a Demi jogando todo seu charme e lugares incríveis  o filme tem algo que me conquistou nos primeiros minutos e com certeza conquistará você também: a trilha sonora. É INCRÍVEL. Fiquei tão apaixonada por todas as músicas que até a coloquei no meu celular e não paro mais de escutar. Toda incríveis. No fim do post vocês vão poder conferir uma das músicas que eu gostei muito, e só dá o play e curtir!

    Vocês sabiam que Lola é uma refilmagem de um filme francês que fez muito sucesso? Rindo à toa? Eu ainda não o assisti, mas vou fazer o mais rápido possível. Fico pensando: se a refilmagem foi boa, imagine a original? Ai meu deus...

    Enfim gente! Lola é uma comédia romântica autêntica e divertida, que retrata com bom humor a realidade dos jovens hoje em dia. 

    Bom sessão! 



    Movie Day: Valente

    A jovem princesa Merida foi criada pela mãe para ser a sucessora perfeita ao cargo de rainha, seguindo a etiqueta e os costumes do reino. Mas a garota dos cabelos rebeldes não tem a menor vocação para esta vida traçada, preferindo cavalgar pelas planícies selvagens da Escócia e praticar o seu esporte favorito, o tiro ao arco. Quando uma competição é organizada contra a sua vontade, para escolher seu futuro marido, Merida decide recorrer à ajuda de uma bruxa, a quem pede que sua mãe mude. Mas quando o feitiço surte efeito, a transformação da rainha não é exatamente o que Merida imaginava... Agora caberá à jovem ajudar a sua mãe e impedir que o reino entre em guerra com os povos vizinhos.


    Agora eu entendi o porquê esse filme foi o primeiro lugar da enquete, porque ele é simplesmente um dos desenhos mais incríveis que já assisti. Sei lá, eu amo desenhos que fogem do comum: romance e final feliz. Tá bem, eu fico nervosa quando o final não é feliz, fico chateado, ou melhor, fico revoltada, mas o final feliz que estou me referindo é quando a solução é aquela de contos de fadas sabe? Príncipe e princesas felizes para sempre. Gosto mesmo é de desenhos que nos transmitem algo diferente e com certeza Valente transmitiu muito muito bem sua mensagem. 

    O filme nem romance tem, algo que eu estranhei e virei o nariz no começo, mas dei uma chance, pois gosto de ser surpreendida. E ai, quando eu vi o desenrolar da história e a mensagem subliminar que está por trás dela me deu uma vontade de comprar o filme e guardar para meus futuros filhos assistirem. Acho que só quem assistiu vai entender a minha sensação de que é disso que as crianças da atualidade realmente precisam. De desenhos que não contenham violências, cenas camufladas e histórias que transmitem maus pensamentos. O que realmente eu desejo para meus irmãos mais novos é isso: uma história que ensine sobre como é importante amar a família acima de tudo, ainda que nossos pais briguem com a gente, ainda que aquela tia seja fofoqueira, ainda que domingo seja sagrado para família e você não possa sair com os amigos. Isso é família e com Valente eu aprendi que devemos, temos que ama-la acima de qualquer coisa no universo. 

    Enfim, acho que escrevi demais, espero que todos curtam o filme e sintam o que eu senti ao final dele. É um desenho animado realmente incrível, que deve ser assistido por toda a família. Falando nisso, que tal combinar de assisti-lo na semana santa com todo mundo junto comendo pipoca? Estou pensando em fazer isso... 

    P.S.: os trigêmeos, são ou não são, umas fofuras? Estou apaixonada por eles, quero na minha casa para ontem. 

    Curiosidade: A cantora Manu Gavassi cantou as versões nacionais de "Touch the Sky" e "Into the Open Air", que ganharam os títulos "O Céu Vou Tocar" e "Ao Ar Livre", respectivamente. (Fonte: AdoroCinema)

    Movie Day: Footloose





    E pensem em um filme incrível. Pensaram? Agora eu apresento o filme incrível: FOOTLOOSE. Estou surpreendida com a tamanha originalidade que esse filme apresenta, amei do começo ao fim e se eu procurar por defeitos sei que não vou encontrar. Tem romance, tem enredo, tem música, tem tudo que eu sempre quero encontrar em um filme. Lançado em 2011, Footloose é um remake de um filme de 1984, no qual ainda não tive oportunidade de assistir.

    O filme conta a história de jovens apaixonados por música e dança que são proibidos de fazer o que gostam, tudo por causa de um acidente. Contando direito... Em uma cidade pequena, onde todo mundo conhece todo mundo, acontece um grave acidente que mata três estudantes. Eles estavam dançando e ao voltarem para casa colidiram com um caminhão. A cidade, talvez por culpa, talvez por medo, inventa uma lei louca que impede todos os jovens de escutar e dançar música em pública. Juro, fiquei pensando se isso acontecesse na minha cidade, iria enlouquecer.

    Pois bem, Ren McCormicj (Kenny Wormald), após perder a mãe, vai para a pequena cidade viver com seus tios e lá encontra essa lei. Ren sempre foi apaixonado por dança e por música, não conseguiu ficar muito tempo quieto e se revoltou, contagiando todos os jovens da cidade, principalmente a jovem Ariel (Julianne Hough), filha do idealizador da lei e irmão de uns dos garotos que morreram no acidente.

    Sentiram o clima de tensão que o filme traz? A filha do idealizador da lei é aquela que a quebra, é a rebelde que sai para dançar as escondidas. Deus! Não dá pra explicar em palavras, mas esse filme é muito muito muito muito muito perfeito. As músicas meio retro sabe? Aquelas danças contagiantes, estilo anos 80 são fascinantes e me prenderam de tal forma que eu não conseguia sair do sofá até saber o final do filme. Esse filme, com certeza, merece ser assistido por todo mundo, é uma delícia e com certeza vai contagiar seu sábado e domingo. Chama as amigas, e no final sai dançando pela casa como eu fiz com meu irmão, rs.

    Destaque para o Blake Shelton (sou fã desde que comecei a assistir o The Voice) que regravou a música original dando um toque country super diferenciado para a música. Segue o vídeo abaixo. Só cuidado para não sair dançando, é contagiante!!