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    Infinity Ring- A maldição dos ancestrais - Matt de la Peña - Livro 4






    Sinopse:Quando Dak, Sera e Riq chegam ao próximo destino em sua jornada para consertar falhas históricas, são recebidos por uma tempestade. Eles estão na península de Yucatán, lar dos antigos maias, na época da chegada dos colonizadores espanhóis -ou pelo menos deveria ser assim. Sera tem certeza de que programou o Anel do Infinito corretamente, mas eles parecem estar séculos adiantados.

    Enquanto tentam descobrir o que aconteceu, os três jovens desconfiam que talvez exista um motivo para estarem ali: bem naquele momento os anciãos da aldeia estão escrevendo um códice importantíssimo, que travaria o destino daquele povo para sempre. Na escola, Dak e Sera haviam aprendido que os maias eram uma civilização violenta e cruel, mas talvez a história e a cultura daquela sociedade tenham sido mal interpretadas...
    Páginas: 208
    Formato: 14.00 x 21.00
    Acabamento: Brochura


    No quarto livro da série Infinity Ring, o leitor vai encontrar mais aventura, um Riq apaixonada e um Dak mais aborrecente do que nunca! Coitada da Sera! Além de lidar com as reminiscências vai ter que se concentrar em um terrível cataclismo que pode revelar coisas muito tristes sobre o seu futuro. 

    Leia a resenha do 1º, 2º, 3º livro.
    Leia o primeiro capítulo Aqui

    Dak continua engraçado, mas neste livro eu percebi certo amadurecimento, principalmente depois de um acontecimento que vai deixá-lo bem machucado. Eu fico boba em imaginar esses jovens lutando para lá e para cá sem parar. A garra dos viajantes do tempo é enorme, mesmo diante de obstáculos que parecem impossíveis. Os meninos vão lá e dão um jeito. Eles têm um objetivo na cabeça e vão até o final.

    Infinity Ring é uma série que eu recomendo para todos os adolescentes que eu conheço. A história é boa, os personagens envolventes e você sempre aprende alguma coisa no final. Sejam mensagens de vida ou históricas mesmo.  Dak e Sera foram “separados” dos pais e viver com a pressão de salvar o mundo para poder reencontrá-los é bem forte, mas eles tentam não pensar muito nisso e seguir em frente. Acredito que essa mensagem de superação e força pode ajudar muitos jovens desorientados.

    Outro detalhe que eu reparei na série e achei muito interessante é a uniformidade na escrita, porque cada livro é escrito por um autor diferente e isso poderia fazer com que o estilo da narrativa variasse, mas isso não acontece.  Há um padrão que os autores seguem e as diferenças são bem sutis.  Eu confesso que nos primeiros livros não notei nada, mas neste último vi que o autor colocou mais humor no Dak. 

    Recomendo a série e os contos e pistas que o site disponibiliza. O livro é interativo! Super divertido. Ah, se existisse um livro assim na minha adolescência eu ia brincar o dia inteiro de inventar histórias com os personagens! Muito bom mesmo. 

    Ah, só um detalhe básico. Gostei tanto do livro que li em 3 horas! rs

    Beijinhos,

    #Eu, meu cachorro e meus pais separados - Letícia Sardenberg



     
    Sinopse:
    Fazer quinze anos não é o mesmo que atingir a maioridade – óbvio –, mas, de certa forma, alcancei um pouco mais de autonomia em minha vida. (Traduzindo: minha mãe não consegue mais se meter tanto no que eu faço ou deixo de fazer; ela acabou perdendo um pouco do seu poder sobre mim e isso já é a glória). Eu sei que ainda não conquistei a minha tão sonhada liberdade, mas digamos que subi um degrau em sua direção. É assim que começa a história de Eu, meu cachorro e meus pais separados, um texto bem humorado e sensível, que traduz o pensamento de muitos jovens que se veem na mesma situação de Ariane, que um dia resolve ir morar na casa do pai, com direito a nova esposa esperando um bebê. Ela e Rufus, seu fiel companheiro de quatro patas. Quer saber o que vai acontecer com Ariane e Rufus? Quer descobrir como seus pais fizeram para lidar com essa situação e como é complicado crescer? Embarque nessa deliciosa história e divirta-se!

    Antes de começar a falar do livro eu preciso falar da capa. Que arte mais linda! Eu amei o projeto gráfico do livro e todos os detalhes. A editora fez dois cores de capas, uma verde e outra rosa e cada uma tem um emotion diferente. Ideia espetacular! Dá gosto de ler um livro tão bonito e feito com capricho.

    As ilustrações internas também estão muito bonitas e bem feitas. Elas são todas em azul e branco cercada de emotions que expressam o que a personagem está sentindo no momento. Eu me senti em um diário virtual e gostei muito do efeito do conjunto da obra.

     O livro é infantil- juvenil e a história além de muito fofa tem vários momentos sérios. Achei muito interessante a forma como Letícia abordou as questões familiares que evolvem a nova família do pai e o irmão mais novo. Ela tocou em assuntos bem delicados com sutileza e me fez refletir bastante. Adoro livros que nos fazem pensar sobre assuntos que não são do nosso cotidiano, mas que um dia podem ser.

    “Aquele abraço foi um abraço carregado de emoção, o melhor que recebi de meu pai, desde que me entendo por gente. Vou me lembrar para sempre” pp.88


    Omg! Que quote mais fofo! A Ariane ama muito o pai e vai passar por momentos de estresse com a madrasta, que no inicio irrita um pouco mais depois passamos a compreendê-la e a amá-la. Eu pelo menos gostei de todos os personagens e achei o livro muito bom.

    A Letícia Sardenberg é uma autora nacional e tem outro livro publicado. O Minissaia, futebol e batom também é muito divertido e foi lançado ano passado. Recomendo a leitura mil vezes e vou guardar o livro em um lugar especial, porque ele é realmente muito bonito.
    Beijinhos,

     

    Vovó Vigarista - David Wallians - Intrínseca


     



    O Título do livro já deixa o leitor curioso e a capa deixa nossos olhos brilhando. Essa combinação entre o visual e a palavra me conquistou e me fez entrar na leitura como se eu fosse uma adolescente. Espero que o livro conquiste vocês também e torne mais forte a relação de vocês com os seus avós.

    Infinity Ring - Volume 1 - Um Motim no Tempo - James Dasher



     TÍTULO ORIGINAL: A Mutiny in Time
    TRADUÇÃO: Alexandre Boide
    PÁGINAS: 248 pp.
    FORMATO: 14 x 21 cm
    PREÇO: R$ 24,90

    De vez em quando eu gosto de ler histórias de aventuras e enigmas, por isso escolhi Infinity Ring, mas me surpreendi com o livro. Pensei que fosse ler sobre aventuras em desertos, ou no espaço, temas que sempre lemos por ai, mas ao ver a sinopse do livro fiquei encantada com o ambiente. A grande aventura da história acontece em 1492 meses antes de Cristóvão Colombo descobri a América. Gente, que incrível ler um livro tão bom com um tema tão chato. Essa era a parte da história entediante da escola, porém fiquei apaixonada pelo descobridor do novo mundo e pelos Guardiões da História. Tenho certeza que muitos estudantes vão se encantar pelo livro.

    Sinopse:Sinopse: Quando os melhores amigos Dak Smyth e Sera Froste descobrem o segredo da viagem no tempo - um dispositivo portátil conhecido como Anel do Infinito -, acabam envolvidos numa guerra secreta que existe há muitos séculos e que decidirá o futuro da humanidade. A história havia saído desastrosamente de seu curso natural, e agora caberia a eles voltar no tempo para corrigir as Grandes Fraturas - e, no caminho, ainda salvar os pais desaparecidos de Dak. A primeira parada é na Espanha de 1492, quando um navegador chamado Cristóvão Colombo está prestes a ser lançado ao mar, durante um motim terrível.

    A história começa um pouco confusa, confesso que demorei um pouco para entender o mundo onde Dak e Sera vivem. A SQ comanda o mundo e faz com que todos vivam numa sociedade controlada e de certa forma distópica. Não chega a ser uma distopia completa, porque o livro não foca muito nisso, mas alguns traços me fizeram chegar a essa conclusão.

    A leitura é muito rápida e a história se desenvolve de uma forma bem emocionante. Se você piscar os olhos perde a ideia central e tem que parar e pensar sobre o enigma da vez ou entender a cabeça da Sera, que é muito complicada. A menina se apaixonou por física quântica aos 4 anos! Claro, que como uma boa romântica assumida, estou na torcida por algo a mais entre Dak e Sera. Vocês acharam que eu iria ler tudo e não ia recolher traços de romance? Nunquinha. Achei que os dos adolescentes combinam e podem tornar a aventura de salvar o mundo em algo fofo e romântico.

    Voltando a parte de Cristóvão Colombo que achei super original, preciso comentar que a descrição do local e das pessoas me surpreendeu! Eu me senti no barco, na praia e fiquei com vontade de participar do Motim. O mais interessante é que demorei horas para entender que no livro Cristóvão Colombo não tinha descoberto a América e sim os irmãos Amâncio, os quais eu nunca tinha ouvido falar. Fiquei com vontade de abrir um livro de História e estudar tudo de novo só para me situar melhor.

    Os personagens principais dão um show de diferenças a parte. Enquanto Sera é um gênio da física, Dak é um gênio da história. Isso também é muito interessante e importante para o desenrolar dos outros livros. Um vai sempre precisar do outro e nenhum dos dois conhecimentos que são tão distintos serão inúteis. Isso mostra como as matérias se completam. A física precisa da história para sobreviver e vice-versa. Lega, né?
    Recomendo a leitura. O livro é muito divertido e interessante! Infinity Ring faz parte de uma coleção de sete livros escritos por vários autores. O primeiro e o último livro foram escritos pelo mesmo autor James Dasher.

     Algumas pistas do livro eu não entendi, porque estavam em preto e branco e também porque fiquei sabendo depois que a leitura é multimídia!Cada um dos sete livros terá um jogo que poderá ser acessado pelo site da Seguinte após o lançamento, que será no início de abril no Brasil. Então, fiquem ligados e embarquem nessa aventura!

    Beijinhos,

    Escola: Os piores anos da minha vida - James Patterson e Chris Tebbetts





    Sabe aquele livro que você acha curioso e resolve ler para conhecer o tipo de leitura? Então, aconteceu isso comigo, quando escolhi Escola: Os piores anos da minha vida para ler. Eu costumo ler infanto- juvenis narrados por garotas, mas resolvi dar uma chance ao ponto de vista masculino e me surpreendi. O livro é muito bonito, as ilustrações são divertidas e criativas e a narrativa surpreendente.

    Sinopse:

    Ano novo, escola nova.Rafa Khatchadorian não apenas terá que enfrentar o Ensino Fundamental, como também terá que cursar a sexta série em uma escola NOVA.Logo no primeiro dia ele já vê que o ano não é muito promissor, haja visto os discursos super chatos que ele foi obrigado a escutar. Portanto, ele precisava de alguma coisa para tornar o sexto ano suportável.A ideia capaz de salvar o mundo não demorou a aparecer. Quando cada aluno recebe o intragável código de conduta da escola, o menino tem uma ideia perfeita: quebrar TODAS as regras!Assim começa a operação R.A.F.A.

    Quando você acha que o livro será mais do mesmo e se depara com uma revelação no final que dá sentindo a tudo que você leu, você fica de queixo caído e lê tudo de novo. Foi isso que eu fiz, estava lendo, dando risadas com as aventuras de Rafa, quando uma bomba caiu na minha cabeça e as histórias que pareciam mais um drama adolescente, viraram uma mensagem linda e inteligente.

    James Patterson para quem não sabe é autor de livros policiais e também escreve para adolescente, inclusive é um dos autores juvenis mais amado pelos leitores. Fiquei curiosa para descobrir o por quê de tanto amor e adorei descobrir. A história é leve, rápida, engraçada e bem real. A maioria dos garotos de 12 anos enfrenta problemas na escola com os colegas, com os professores, com os diretores. Uns até são mais quietinhos, mas sempre tem uma professora ou outra que eles implicam. O interessante é entrar na cabeça do Rafa (personagem principal) e sentir o que ele está pensando, suas dúvidas, suas dificuldades e o seu bom humor para lidar com os problemas sérios.

    Rafa tem uma família complicada, sua mãe trabalha o dia todo em uma lanchonete para sustentar um padrasto que não sai de frente da TV e sua irmã mais nova adora fofocar seus segredos. Para completar, ele não é popular e não tem amigos na escola. Confesso, que pensei que essa história de popular fosse coisa de garotas, mas vi que não. Os garotos dão muito importância ao “status” escolar. Diante, desses problemas dá para ver um pouco da vida do Rafa e imaginar o que ele sente. Ele desenha tudo que pensa, fantasia as situações e as pessoas que o incomodam, ou seja, sua vida é um conto de fadas masculino, com direito a dragões, ursos malvados e ninjas.

    Recomendo a leitura. Você vai se surpreender com a história. E para os que reclamam que livro infanto-juvenil é infantil demais, leia com o pensamento na ideal centra da história. Tenho certeza que você vai se emocionar com o final e pensar: “Gostaria de ter feito uma escola assim!”

    Beijinhos,


    Nada é para sempre ( Série Garota>3 Garoto) - Ali Cronin - Editora Seguinte



    Levante a primeira pedra quem nunca sofreu de amor por um cara que não presta. Nada é para sempre conta a história de uma adolescente virgem que decidi se entregar para uma paixão de verão universitária. Só que ela não esperava se apaixonar e descobrir os prazeres de uma relação somente sexual. Sejam bem vindos ao mundo real dos jovens. Peguem uma pipoca com muita manteiga e se preparem para uma história divertida e bem interessante.

    Sinopse:Cass é a namorada fiel. Ashley não leva nada a sério. Donna é festeira. Ollie é mulherengo. Jack é esportista. Rich talvez seja gay. Mas e Sarah? Os amigos sempre tiram sarro dela por ser certinha demais, mas ela só está esperando pelo cara certo e agora tem certeza de que o encontrou. Será que ele sente a mesma coisa? Ou tudo não passa de uma paixão de verão? Acompanhe o emocionante último ano de escola de quatro garotas e três garotos de dezoito anos.

    Cada personagem do livro tem uma personalidade diferente, mas eles são amigos e convivem em harmonia apesar dos ciúmes e brigas ocasionais. Gostei muito de ver a amizade das meninas com os meninos, deu para perceber que o grupo é unido e forte. Quando alguém do grupo está mal os outros se juntam para ajudar. Isso é muito legal!
    Apesar de Sarah narrar a história, dá para ter uma noção da visão e dos pensamentos dos outros personagens. Até porque a história é clichê, então em situações com garotas se humilhando para garotos, eu já até sei a ideia e os pensamentos de todos. Afinal, é muito difícil um amor de verão se tornar amor de verdade, mas Sarah não enxergou isso, mesmo com as dicas das amigas.

    Pela primeira vez, li um livro sobre adolescentes inglesas que não são frias e esquisitas. Pelo contrário, as meninas são bem parecidas com as brasileiras no quesito amizade e pé na bunda. Só estou comentando isso, porque tem autores que descrevem os europeus como sendo pessoas congeladas de outro mundo, mas neste livro pude perceber a diferença e ver que os jovens ingleses agem da mesma forma que os jovens brasileiros quando o amor está em jogo.

    A leitura é rápida e a história bem divertida. Não leia esperando algo complexo e emocionante. O livro é bom, é interessante e bem realista. Achei esse ponto muito forte, pois prefiro ler livros assim do que outros que mascaram a realidade dos jovens. Gostei da maneira como a autora mencionou drogas e bebidas no livro. Ela não foi chata, nem deu sermão. Só tratou o assunto de uma forma normal, coisa que aqui no Brasil assusta. Muitas escolas recusam livros que falem de beijos, sexo, bebidas e drogas. Uma bobagem, mas.... vai entender!

    Para terminar, levanto uma questão. Acho que os adolescentes brasileiros deveriam ler livros mais realistas como esse, em que a personagem principal não tem final feliz com o seu grande amor e percebe de uma forma bem dolorosa a verdade.
    A capa é parecida com as de romances de banca. Não gostei muito não. O livro é tão divertido, acho que poderiam ter criado com conceito melhor e moderno para a capa. Recomendo a leitura para todo mundo!

    Nada é para sempre faz parte de uma série gigante, mas cada livro tem uma história independente! 

    Confira a programação de lançamento:

    vol. 1: Nada é para sempre (novembro de 2012)
    vol. 2: Dizem por aí (previsão para março de 2013)
    vol. 3: Três é demais (previsão para julho de 2013)
    vol. 4: Lições de amor (previsão para novembro 2013)
    vol. 5: A garota certa (previsão para 2014)
    vol. 6: Eu e você (previsão para 2014)

    Beijinhos,


    As Mais 2- Eu me mordo de ciúmes- Patrícia Barboza




     As Mais estão de volta e vieram para alegrar a sua tarde. Este é o segundo livro da série As Mais da autora nacional Patrícia Barboza. Se quiser ler a resenha do 1º livro Clique aqui. As Mais 2 vem com uma questão complicada para as pessoas, principalmente, para as mulheres de todas as idades que se identificarão com a jovem atrapalhada Mari. As Mais estão felizes e contentes com as férias de verão e seus respectivos namorados, mas a fama de Edu e Mari vai mexer com o coração das meninas e agitar o ciúme da garotada.

    Sinopse: Neste segundo volume, Mari narra parte das tão merecidas férias de verão e o início das aulas em mais um ano letivo no Centro Educacional Machado. Você se considera uma pessoa ciumenta? Algum recado ou comentário nas redes sociais já te deixou com a famosa pulga atrás da orelha? O namorado da Susana ganhou um monte de fãs depois que gravou a música 'Dentro do coração'. E ver tantos recados de garotas no perfil dele não é tarefa fácil. Já a Mari ficou bastante incomodada com a nova amiga do Lucas, que vive curtindo e comentando tudo que ele posta. Será que isso tudo vai causar muita confusão? Será que a Aninha e a Ingrid também serão mordidas pelo bichinho do ciúme? Nesta história, esse sentimento ganhou uma forcinha tecnológica: a internet e as redes sociais.

    No primeiro livro cada uma das integrantes do grupo narra uma história importante do ano e com isso formam um livro bem interessante, em As Mais 2 quem conta a história é a Maria Rita, então tudo que lemos tem o olhar dela. A dinâmica é diferente do 1º livro, mas deu tão certo quanto ele. Segundo a autora teremos um livro para cada adolescente! Tudo indica que as aventuras das meninas vão até As mais 5! Uau!

    A história é leve e a narrativa bem rápida. Gostei do modo como Patrícia fala do ciúme e das situações que ela criou para mostrar para o leitor a melhor forma de agir, claro, cada um interpreta e age de um jeito, mas a autora tentou passar uma mensagem positiva e um jeito saudável de se ter um relacionamento.

    Um dos trechos que mais gostei foi o do comentário a respeito do preconceito contra Terapia e psicólogos. Achei bom a autora transmitir uma ideia positiva para os adolescentes e mostrar que quando temos ciúmes exagerado a melhor forma é procurar um profissional e não cometer loucuras.

     “Acho impressionante como tem gente que acha que terapia é coisa para gente doida. É muita falta de informação, ignorância mesmo! Para cada tipo de problema, existe um tipo de profissional para ajudar!” pp. 85

    Outro ponto interessante do livro foram algumas questões sociais que a autora incluiu na narrativa e não ficaram chatas e entediantes. Gostei da maneira como ela falou em reciclagem, em atitude na vida, em organização e principalmente em dieta.A Mari engordou um pouco e a mãe a levou em um médio para ajudá-la. Nada de dietas malucas e radicais. A personagem passou a ser mais saudável e mandou muito bem.

    A diagramação do livro é linda e toda trabalhada no laranja, assim como a capa! Desta vez gostei da ilustração, acho que me acostumei e me apeguei mais aos personagens. 

    Recomendo a leitura! Li o livro em 2 dias e me diverti bastante, tem muita história de ciúmes que vai deixar muitas pessoas refletindo...

    beiijinhos,


    Gregor e as Marcas Secretas - Suzanne Collins

    Spoiler para quem não leu os livros anteriores.


    Toda vez que olhava para a cadeira vazia na mesa da cozinha, Gregor sentia que faltava alguma coisa. A vida do menino mudara bastante desde a última aventura. Sua mãe ainda estava no Subterrâneo, sob os cuidados do povo de Regália, recuperando-se da peste.  A senhora Cormaci agora sabia de toda a história e cuidava de sua família e a irmã do meio, Lizzie, estava de partida para uma colônia de férias. Ela era a única que ainda não tivera qualquer contato com o Subeterrâneo e não fazia ideia que Gregor  fazia visitas constantes à mãe e muito menos que nosso guerreiro e Boots estavam de partida para lá. 


    "Era irônico pensar que o Subterrâneo, que sempre fora um lugar para se temer, tivesse se tornado um lugar para passar o verão." Página 10

    Pela primeira vez a ida ao Subterrâneo acontece de forma natural para Gregor, e não por cair em algum buraco de ventilação ou ser enganado por Ripred. Gregor estava viajando para rever os amigos, passar algum tempo com a mãe e participar da festa de  aniversário de Hazard. 

    O que parecia uma visita inofensiva, no entanto, acaba virando uma grande aventura. A rainha Luxa, durante sua estada na selva, fez amizade com os mordiscadores e jurou ajudá-los caso fosse necessário, bastava que fizessem sua coroa chegar de volta até ela. E foi exatamente isso que ocorreu durante a festa. Esse era o sinal que alguma coisa estava muito errada. Luxa devia a vida aos mordiscadores e não poderia deixar de apurar o que estava se passando. Ela, Gregor, Howard, Boots e os outros, saem, então, em busca de pistas dos mordiscadores desaparecidos. 

    Gregor e as Marcas Secretas é o quarto volume da aclamada série As Crônicas do Subterrâneo. Pela primeira vez, nossos aventureiros não estão cumprindo uma profecia, apesar de haver uma sendo mencionada todo o tempo. Gregor está, na realidade, vivendo os acontecimentos que antecedem essa profecia. Suzanne Collins acertou em cheio quando deu uma "quebrada" nesse ritmo, conferindo certo dinamismo à história.  

    A narrativa segue a linha dos volumes anteriores, e o desenrolar da história mantém aquela fluidez típica dos livros da autora. Os personagens são tão bem construídos e tão reais que, as vezes, quase esqueço que trata-se de um livro com ratos, baratas, morcegos gigantes e outros seres fantasiosos. 

    Não posso deixar de comentar que Suzanne tem um estilo muito realístico no que escreve, mesmo tratando-se de uma fantasia. Ela não tem pena de colocar seus personagens em situações absurdamente complicadas e, ouso dizer, que até gosta de fazer chorar seus leitores toda vez que tira a vida de alguém. 

    Fiquei tão encantada com essa série que, quando meu quarto volume chegou, larguei absolutamente tudo o que estava lendo - ou pretendendo ler - e corri para dar início à minha leitura. Como já disse anteriormente, é impossível largar qualquer livro dessa série enquanto não se chega à última palavra. E nesse, em especial, Suzanne acaba com o leitor. Ao contrário dos demais, o final é totalmente aberto, e ocorre exatamente no clímax. Sim, isso mesmo. Suzanne corta a história e deixa o leitor com aquela vontade de esganá-la e desejando loucamente o quinto - e último volume - para saber como termina essa aventura.

    As Crônicas do Subterrâneo é uma série que amo com todas as minhas forças e recomendo para leitores de todas as idades. 




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    Querido diário Otário ( Eu! Igualzinha a você, só que melhor) - Jim Benton




    Este livro é o meu maior inimigo e também o meu melhor amigo. Toda vez que vou a livraria da Saraiva aqui perto de casa a livreira me fala deste livro e diz que eu tinha que escrever um livro neste estilo porque ele sai muito. Isso é pouco perto da quantidade de comentários que recebi de parentes que leram meu livro e disseram que eu tenho o estilo de escrita do “Diário Otário”. Depois de relutar tanto, resolvi ler.  Encantei-me. O livro é genial!
    Sinopse:
    É isso. Eu faço qualquer coisa, elas copiam. Precisa de mais alguma prova? Eu não tenho certeza se quero ser a Pessoa Mais Copiada do Mundo! Querido Diário Otário, a mamãe me falou sobre um cantor de quem ela gostava quando era mais nova e disse que talvez eu também fosse gostar dele. Como se um cantor que ela achasse bonito não fosse dar um nó nas minhas tripas. Aí, de repente, tive uma revelação. Minhas tripas cheias de nós deixaram tudo muito claro! Não sei como é que eu não soube disto antes: eu sou melhor do que todo mundo. Saber que a minha mãe gosta de um cantor torna impossível que eu goste das músicas dele, mais ou menos da mesma forma que a Isabella, a Angelina e a Emmily estão fazendo, só que ao contrário: elas querem ser iguais a mim e por isso estão me copiando. Eu sou igualzinha a elas, só que melhor. Elas sabem disso. E estão me imitando! Dê uma espiadinha no diário da Jamie Kelly. A Jamie sempre jura que tudo o que ela escreve é verdade... Bom, pelo menos ela acha que é!
       O livro é para pré- adolescentes, por isso é todo ilustrado, com papel brilhoso e fonte grande. Só que isso é só um detalhe perto do conteúdo. O leitor já é surpreendido pelo título que é muito engraçado e sem noção ao mesmo tempo. Sério, a personagem é tão convencida que se torna hilária e fica ainda mais divertida quando a imaginamos na vida real.

    O que eu achei mais inusitado no livro foi a ironia e o sacarmos que fazem parte de toda narrativa. Realmente, sempre tive vontade de reclamar de certas situações dos meus pais que me faziam pagar mico quando tinha 12 anos ( mico, que hoje não considero mais como sendo mico), mas ficava receosa e achava que isso era um assunto tabu em livros. Só que Jim Benton  inovou fazendo criticas construtivas e  as vezes até bem pesadas. Ele critica o tempo todo as atitudes de professores e pais de uma forma sutil e íntima. Acho que o fato do livro ser narrado em formato de diário suavizou a narrativa, porque sinceramente, não sei como algumas escolas adotam esse livro.

    O livro é tão real, que entramos na cabeça da personagem e não queremos sair mais. Fora que o nome Jamie Kelly é um caso a parte. O nome é tão diferente (para mim) que toda vez que lia ela se vangloriando ria demais. Principalmente, no início quando ela monta uma página no diário especialmente para quem quer copiá-la. É uma página de recorte, tem 1 coração e uma mensagem.  Quase recortei o coração para costurar na minha camisa... ahahaha

    A história em si é boba, mas o que enriquece são as ilustrações, a escrita cômica e o drama da personagem. Para mim a frase que me deixou de boca aberta e sem reação foi 
    A cartolina vagabunda da professora

    A frase é inocente, mas cheia de significado. Sério, invejo a coragem desse autor  e aplaudo em pé o seu sucesso, porque escrever sobre o cotidiano dos jovens  já não é fácil, agora escrever Otário ( Na minha época, se eu falasse otário levava um tapa na boca) no título e ainda conquistar tantos leitores é  coisa de gênio.

    Beijinhos,



    Gregor e a Profecia de Sangue - Suzanne Collins



    Depois de um Natal com uma mesa farta e alguns presentes, a vida voltou ao normal na casa de Gregor. Seu pai estava um pouco melhor, mas não o suficiente para voltar a dar aulas na escolar secundária. Sua mãe tinha vetado totalmente a utilização da lavanderia do prédio e agora eles usavam uma há alguns quarteirões dali, o que dificultava o contato com o Subterrâneo.

    O pai do menino, no entanto, dava um jeito de checar todo dia se havia algum bilhete de Vikus que trouxesse alguma informação do mundo lá embaixo e de Luxa, que continuava desaparecida. Muito tempo se passou sem qualquer notícia até que um dia, Gregor foi acompanhar a Sra Comarci até a lavanderia e lá estava um pergaminho enrolado, preso à grade. 

    A presença de Gregor e Boots era solicitada no Subterrâneo. Um grande mal assolava os habitantes de sangue quente e a cura era desconhecida. Humanos e animais estavam morrendo vítimas da peste. A princípio, a mãe de Gregor não permitiu que eles viajassem ao subterrâneo, mas com um método nada convencional, Ripred persuadiu Grace a permitir essa viagem, no entanto, ela os acompanharia.

    Claro que Gregor partiria em mais uma aventura para cumprir A Profecia de Sangue. Mas  havia um pequeno detalhe: ele foi enganado e não sabia disso. 

    Gregor e a Profecia de Sangue é o terceiro volume dessa série infanto-juvenil que me deixou totalmente apaixonada e encantada pela narrativa de Suzanne Collins. Quanta criatividade! Criar uma história única - porque ouso dizer que ainda não me deparei com nada semelhante à essa história - tão cheia de ação, aventura, sarcasmo, lições de vida... 

    Os habitantes do Subterrâneo são incríveis e a cada livro descubro uma peculiaridade de um grupo específico, ou alguma característica de algum personagem que me fascina a ponto de torcer e chorar. Suzanne malvada, não tem dó dos seus leitores e muito menos dos personagens que cria. 

    Temp continua sendo um de meus favoritos - ao lado de Boots, claro - mas nesse terceiro volume Ripred foi a surpresa. O rato mal humorado e sarcástico tem coração! Corrigindo, acho que todos os roedores me surpreenderam de forma positiva. Não quero mais guerra contra os ratos, NÃO QUERO. 

    Suzanne me conquistou de vez e não vejo a hora de ler a continuação dessa série. Por sorte o lançamento do quarto livro será na Bienal de São Paulo e eu não terei que esperar séculos. 

    Recomendo muito essa série. É uma das melhores aventuras que já li. 




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    Desventuras em Série - Mau Começo - Lemony Snicket


    A vida dos irmãos Baudelaire realmente estava ruim. Após a morte de seus pais em um incêndio que destruiu não só a casa da família, mas tudo o que tinham, Violet, Klaus e Sunny passaram a viver sob os cuidados do detestável Conde Olaf. 

    Uma cláusula contava no testamento do Sr. e Sra. Baudeleire e determinava que a herança só poderia ser repassada aos irmãos quando Violet, a mais velha, atingisse a maioridade. Até lá, eles viveriam na casa de um parente que morasse, preferencialmente, na cidade. Conde Olaf era a única opção que atendia essas exigências.  

    Conde Olaf, no entanto, só pensava no dinheiro que receberia e explorava os pobres irmãos Baudeleire obrigando-os a assumir obrigações como limpar, consertar coisas e até preparar um jantar para dez pessoas de seu grupo de teatro. 

    É com esse Mau Começo que Lemony Snicket dá início à uma das séries infantojuvenis mais famosas e aclamadas pelos leitores. 

    Apesar de ser um livro pequeno, a narrativa é tão intensa e tão bem estruturada que  é impossível não mergulhar dentro da história e sofrer junto com os irmãos. Conde Olaf é realmente um homem terrível e mesquinho, que não mede esforços para apoderar-se da fortuna da família, mesmo que para isso tenha que cometer as maiores atrocidades. Sunny que o diga, pobrezinha. 

    Snicket escreve de maneira primorosa e em determinados momentos da narrativa ele interage com o leitor e ouso dizer que minha mente quase fantástica foi capaz de visualizar o autor contando a história e parando para fazer as algumas observações. Um verdadeiro contador de histórias, daqueles que vemos em livrarias nos filmes. Maravilhoso. 
    "Os três Baudeleire filhos moravam com seus pais numa enorme mansão no centro de uma cidade muito movimentada e muito poluída, e vez por outra, os pais permitiam que pegassem sozinhos um bonde um tanto precário - a palavra precário, que vocês provavelmente conhecem, está sendo usado aqui no sentido de inseguro - até a praia, a fim de passar o dia como se estivessem em férias, contanto que voltassem antes do jantar. " Página 10 

    É prazeroso ler um livro tão bem feito. Como sempre, sou toda elogios ao trabalho da Cia das Letras. A editora é muito detalhista na diagramação e revisão de seus títulos publicados. Apesar de um pouco caros, Desventuras em Série é uma coleção que desejo adquirir e passar adiante. Se você ainda não leu, corra para ler. 

    Existe também um filme, baseado nos primeiros livros da série e que conta com Jim Carrey no papel de Conde Olaf. É Imperdível. Nem preciso dizer o quanto recomendo, não é?


    O amor nos tempos de blog - Vinicius Campos




    O livro é uma fofura com uma mensagem especial e poética. Quando peguei para ler, pensei em dar uma folheada e admirar um pouco a capa que é muito bonita. Simples, porém linda! Impressionante ver que com poucos elementos e alguns tons marcantes, uma capa singela se torna especial e chamativa.

     O projeto gráfico do livro é o diferencial. Pensei estar lendo mais um livro de romances adolescentes, mas em vez de narrativa corrida a história é narrada em formato de blogs e comentários. Não tem texto comum, lemos o que três personagens através de seus blogs, querem nos mostrar e temos que nos contentar com isso. O engraçado é que apesar de saber de todos os fatos eu tive vontade de ler mais sobre a vida do “Ariza”, dono do blog Ariza em Silêncio, mesmo sabendo que a vida dele já estava exposta na internet.

    “Ariza” é um garoto que resolve escrever um blog secreto para desabafar e contar um pouco de seus problemas, mas ele não contava com os comentários da “Cinderela Virtual” que achou seu blog por acaso em uma pesquisa do livro O Amor nos tempos de Cólera de Gabriel García Márquez. A paixão pelo livro uniu os dois blogueiros e me deixou com muita vontade de ler também. Adoro quando personagens de um livro comentam sobre livros clássicos ou famosos e também quando constroem títulos inteligentes inspirados em seus livros favoritos.

    Eu não li O Amor nos tempos de Cólera, mas cheguei a pensar que O amor nos tempos de blog pudesse ser outra visão da história só que em uma versão modernizada com cara de blogs. Acertei? Só lendo o primeiro livro para saber. Alguém já leu O amor nos tempos de cólera?

    Hoje terei que ser sucinta na resenha, não porque o livro é pequeno e tem só 88 páginas e sim porque existe um segredo no livro que se eu me estender acabarei dando dicas e estragarei a cara de espanto de vocês quando adivinharem. Sério, o livro é muito interessante e poético. Comecei lendo esperando uma coisa e terminei espantada com a criatividade do autor de pegar uma situação simples e transformá-la em uma bela história feita para todos.

    Recomendo o livro, inclusive para escolas!

    O autor se chama Vinicius Campos e é brasileiro! Adicionem ele no twitter @vini80 ou no facebook:www.facebook/viniciusator

    Beijinhos,


    Senhora das Névoas - Flávia Cortês


    "Isa é uma adolescente como qualquer outra. Até que um encontro inusitado - realidade ou alucinação? - vira sua vida de cabeça para baixo. Confusa e insegura, por vezes muito assustada, a personagem vai buscando as respostas de que precisa para encontrar sua verdadeira essência. Seria mesmo ela uma fada? Poderia continuar vivendo sua vida 'normal' ou teria de abandonar tudo e rumar para Avalon?"

    Conheci a escritora Flávia Côrtes em um evento de Literatura fantástica no Rio de Janeiro e me apaixonei pelo livro. A Flávia fala com tanta sabedoria sobre o assunto das fadas que me conquistou e me fez ler As brumas de Avalon antes de ler Senhora das Névoas.

    Um livro não depende do outro, mas eu fiquei com desejo de pesquisar sobre a origem das fadas e sobre Avalon. Gostei muito de conhecer este outro mundo, que para mim é encantado e mágico. Assim, como Senhora das Névoas, que apesar de pertencer a coleção MEDO da editora edelbra, para mim parece um trabalho único. É difícil explicar, porque os livros da coleção são padronizados, mas a diagramação e as ilustrações são tão bonitas que chegam a ser diferentes dos outros livros para adolescentes no mercado.

    A capa é dura e não tem nada de destaque, só mesmo o nome, mas por dentro o livro é todo feito em verde. As fontes, as ilustrações e os detalhes de página. Esse cuidado com a beleza do livro foi o que me encantou e tornou a história até mais gostosa de ler. Quando o livro é bem feito, eu fico muito feliz, porque é como se a editora tivesse feito aquilo para mim e eu sinto que valeu a pena gastar R$:30,00 com um livro de 140 páginas.

    Senhora das névoas é um livro pequeno, feito para pré-adolescentes, com personagens interessantes e uma narrativa rápida. Isa é uma adolescente que tem tudo na vida, um namorado perfeito, amigos e notas altas para passar na universidade de Medicina, só que um belo dia recebe a visita de Morgana, a senhora de Avalon, e a partir daí sua vida muda e seus poderes começam a se manifestar.

    Até este ponto tudo bem, eu só não entendi, porque Morgana deixou Isa agir por conta própria se ela fez questão de explicar sobre Avalon e de desejar que a jovem fosse morar na ilha das maças. Outro ponto que me deixou perdida também, foi a confusão com os amigos.

    Gostei de Isa, mas a achei muito desapegada a vida na terra, queria ter visto mais conflitos familiares e mais dilemas, porém como o livro foi escrito para a coleção e teve páginas cortadas, acredito que se fosse maior explicaria bem melhor.

     Fora esses detalhes a história é bonita,bem escrita e linear, não tem muitos altos e baixos. No final tem um arquivo secreto das fadas que contextualiza o livro. Adorei essa parte! Recomendo a leitura para quem gosta de infanto juvenis e não se incomoda com uma leitura leve, divertida e sem muita reflexão.

    Beijinhos,