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Tartarugas Até Lá Embaixo
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Editora Intrínseca,
John Green,
Lançamento
Das coisas que mais me agrada em escrever ou ler, é como podemos ser transformados por isso. John Green tem esse dom maravilhoso de podermos fechar o livro com uma perspectiva diferente. Em Tartarugas Até Lá Embaixo, há alguns "pecados" que talvez se, consertados, seria uma história tão boa quanto Quem é Você, Alasca?, ainda sim, o livro nos passa uma mensagem breve de como é a vida e como escolhemos (se pudermos escolher) vivê-la.
A história se passa em Indianápolis, quando uma garota chamada Aza Holmes sofre de um transtorno de ansiedade que tortura sua mente. Ela e sua melhor amiga Deisy se interessam pela recompensa oferecida para quem souber do paradeiro ou alguma informação do engenheiro e empresário Russel Pickett, que desapareceu após a polícia descobrir seus esquemas de corrupção. Aza e Deisy não provém de condições financeiras suficientes para pagar suas futuras faculdades, mas as duas têm inteligência, então partem para a investigação.
Publicado no último dia 11, e comprado pela minha pessoa na pré venda, a empolgação me rendeu metade do livro já lida em um dia. Mas, por seus motivos, demorei um pouco pra finalmente terminar.
Encerramento da Semana Green e novo livro
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John Green,
Semana Green,
Tartarugas até lá embaixo
Encerremos a Semana Green com clima de pré estreia. Tartarugas Até Lá Embaixo, o novo livro do autor chega amanhã nas livrarias, queríamos deixar uma pequena nota sobre nossas expectativas depois de 6 anos sem nenhum lançamento de John.
Sinopse:
Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
- Skoob
A Culpa é das Estrelas e seus trechos marcantes
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A culpa é das estrelas,
John Green,
Semana Green
Quem nunca ouviu falar de A Culpa é das Estrelas que atire a primeira pedra! ACEDE é com certeza o livro mais famoso do Green, quando estourou aqui no Brasil era quase impossível sair pela cidade sem ver alguém, seja no ônibus, seja no banco da praça, lendo o romance. Mais tarde a história foi parar nas telonas e a hype não foi pouca, as redes sociais estavam repletas de espectadores emocionados com a trama.
E não é à toa, A Culpa é das Estrelas traz uma história delicada, emocionante, divertida e com frases que nos marcam por muito tempo.
Nesse post decidi listar as frases que até hoje, depois de muitos anos desde a última leitura.
Então bora lá!
O Teorema Katherine - Semana John Green
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Resenha
Do lixo ao luxo, se Quem é Você, Alasca? é o melhor livro de John Green, O Teorma Katherine consegue ser o pior. Calma, calma. Talvez não seja tão ruim assim.
Nessa semana especial dedicada ao autor, tiver que "reler" essa maravilha. As aspas porque achei o livro tão ruim da primeira vez, mas tão ruim, que não cheguei a terminar (queria ressaltar que você não precisa perder tempo lendo ou assistindo algo que ao seu ver não tem qualidade, esse tempo poderia ser utilizado com algo muito melhor e mais útil). Então dessa vez, com mais paciência e observação, consegui enxergar alguns pontos positivos de O Teorema. É, eles existem.
O protagonista, Colin, é um menino prodígio que previsivelmente teve 19 namoradas chamadas Katherine. E não, não são Katies, nem Kats, nem Kitties, nem Cathys, nem Rynns, nem Trinas, nem Kays, nem Kates, nem - Deus o livre - Catherines. É K-A-T-H-E-R-I-N-E. O rapaz é criativo. E após levar um tremendo fora da décima nona, Colin fica com seu coração partido e convencido de que pode estabelecer através de fórmulas e gráficos matemáticos a probabilidade de um casal dar certo ou não, para quem sabe assim ele reconquiste a última das Katherine. Seu amigo rechonchudo e árabe Hassam, na tentativa de fazer o prodígio se sentir melhor, o leva pra uma viagem de carro sem um destino certo, que por acaso acaba tendo um. E é nessa viagem que Colin e Hassam conhecem novas pessoas, outros personagens que vão preencher as camadas dessa história, tais como Lindsay, uma caipira adolescente e Hollis, sua mãe.
Coisas que aprendemos lendo Cidades de Papel
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Cidades de Papel,
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Semana Green
Em 2008 saia Cidades de Papel, um dos livros do John mais conhecidos e o meu preferido com certeza. Neste, conhecemos Quentin, uma adolescente que tem uma paixão platônica pela Margô, sua vizinha e colega de escola. Em uma noite a garota aparece em sua janela e o convida para participar de seu plano de vingança. E ele aceita!
Após toda a aventura da dupla, Quentin descobre que Margô sumiu e nessa busca dele por ela, ele se dá conta que não a conhece tão bem assim quanto imaginava.
Durante a leitura, Green trata de assuntos como amizade, paixões, o descobrimento de si e do outro. Assuntos que estão presente na vida de todo adolescente e que em 200 e tantas páginas são trabalhados e forma leve e com aquele humor maravilhoso que quem já leu qualquer obra do John vai reconhecer.
Quem é Você, Alasca? - Semana John Green
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Resenha
Nessa semana especial que dedicamos ao John Green, queria começar pelo meu livro preferido dele. E como já temos uma resenha de Quem é você, Alasca? aqui no blog, vou ressaltar alguns pontos diferentes dessa incrível história.
A primeira vez que o li foi em 2015 e a última agora em 2017 devido a minha péssima memória. O impacto que um livro causa em nós nunca é tão forte quanto da primeira vez, e nessa última eu tive uma visão e uma reflexão diferente sobre.
Looking for Alaska no título original é o primeiro livro do autor, publicado em 2005, e já esteve até entre os best-sellers do New York Times, sendo considerado o melhor já escrito por John (para os íntimos é João verde mesmo).
Adquiri interesse pelo autor com A Culpa é das Estrelas, então qualquer coisa lançada do mesmo aqui nos BR me chamava muito atenção. Mas ao contrário do que muitos pensam, Quem é Você, Alasca? não é e nem nunca foi direcionado ao público jovem/adolescente apesar dos protagonistas serem. A história gira em torno de temas muito particulares e até filosóficos, porque afinal, a resposta que todo ser humano procura na sua mais profunda crise existencial é "como vamos sair desse labirinto?"
Semana Green
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John Green,
Semana Green
Oi, gente!
Nós temos um convite incrível para fazer à vocês.
Como muitos leitores devem saber, no dia 10 de Outubro tem livro novo do John Green saindo do forno. Para os fãs essa é uma notícia e tanto já que faz 5 anos desde A Culpa é das Estrelas, último livro publicado. Até então a volta do Green para o universo literário era incerto, mas para a alegria de todos o moço anunciou o retorno e logo teremos mais um trabalho dele em mãos.
Cidades de Papel - John Green
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Cidades de Papel,
John Green,
Resenha
"É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo."
Olá pessoal, a resenha escolhida para hoje é Cidades de
Papel, um livro para lá de misterioso. Escolhi esse livro por ter lançado o
filme nesse mês, achei que seria interessante escrever sobre ele.
Bom, o livro tem uma quantidade bem significativa de
páginas, na minha opinião, ele tem uma leitura bem lenta, as coisas demoram
muito a acontecer e se a pessoa que estiver lendo for ansiosa e agitada, não
vai se dar muito bem com o livro. Eu, por exemplo, demorei a terminar, fiquei
duas semanas lendo um livro de menos de 400 páginas, coisa que não acontece
nunca.
As coisas em Cidades de Papel acontecem de uma forma muito
lenta, isso deixa o livro bem chato. A Margo é uma menina bem misteriosa,
popular, o tipo de menina que todos os meninos querem ter como namorada e todas
as meninas querem ser amiga. O tipo de menina que julgam ser perfeita.
Quentin, narrador da história, é o “nerd” apaixonado por
Margo desde criança. Eles viveram muitas coisas juntos quando mais novos e acabaram
se afastando conforme foram crescendo. Quentin tem dois melhores amigos, Ben e
Radar. Eles fazem tudo juntos e, não são do tipo descolados, populares e que
vão a festas.
Quotes Cativantes: Cidades de Papel
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John Green,
Quotes,
quotes cativantes
Olá pessoal, como estão? Bem, hoje escolhi o livro Cidades de Papel que tem vários quotes maravilhosos. Gostei bastante do jeito que o Quentin e a Margo falam no livro. Os quotes são realmente bem incríveis.
Quotes Cativantes: Abra e Descubra
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A culpa é das estrelas,
Abra e descubra,
J.K. Rowling,
John Green,
O chamado do Cuco,
quotes cativantes
Oi gente, essa semana tá sendo a semana do recomeço, recomecei a coluna do Tudo em Família (podem ver o post aqui) e vou recomeçar a fazer o Quotes Cativantes. Vou esclarecer primeiro que vou fazer dois tipos de Quotes Cativantes. Um deles é quando eu ler um livro muito bom, que tenha muitos quotes interessantes vou fazer um post citando alguns deles pra vocês terem uma ideia sobre o livro.
Playlist Literária | A culpa é das estrelas
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A culpa é das estrelas,
adaptação,
John Green,
Playlist Literária
Hoje é dia de Playlist Literária e como no fim da semana passada eu postei sobre o filme A culpa é das estrelas e eu estou tão in love com esse filme que decidi postar a playlist dele, que vou te contar, é maravilhosa, assim como o filme. E do mesmo modo como os personagens (e a história) são muito românticos a playlist não podia ser diferente né? Cheia de músicas doces..
Will & Will - Um nome, um destino - John Green & David Levithan
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Bom,
David Levithan,
Galera Record,
John Green,
Recomendo,
Três Estrelas
| 348 páginas Editora Galera Record ![]() |
"Não é que o livro seja de um todo ruim, ele apenas não é para mim." Começo esta resenha parafraseando uma outra resenha que vi aqui na blogosfera. Sim, é um bom livro, mas não para mim.
No auge do seu sucesso literário e com romances nos topos das listas, John Green decide escrever juntamente com David Levithan um romance adolescente com personagens gays. Até ai a promessa seria um romance incrível. E talvez seja, mas não me convenceu.
A história é sobre dois caras que só compartilham do mesmo nome - Will Grayson - porque a personalidade é bem distinta um do outro. Um é gay tentando sair do armário e descobrir seu lugar no mundo - personagem escrito e desenvolvido por David Levithan. O outro, e meu preferido, é o melhor amigo de um gay e também está tentando encontrar seu lugar no mundo e entender o amor - esse Will é personagem do John Green.
O Will que mais me agradou foi o do John Green, não sei, esse personagem é tão forte sabe? E pudera, todos os personagens do John são assim, tocáveis e fortes. O Will do David Levithan é irritante e tão deprimente que às vezes me via deprimida por causa dele, e também ele é tão abusivamente confuso que não acho possível um adolescente ser tão confuso dessa forma. Deus, me vi tendo vontade de cuspir na cara dele e falar: "Cara, acorda, o mundo é essa merda mesmo e não podemos fazer nada!".
Não sei, mas demorei para me adaptar a leitura, que se alterna em capítulos, ora narrados pelo Will do Davi ora narrado pelo Will do Green. O jeito de escrever dos autores são tão diferentes, e não gostei porque a história parecia ser duas e não uma, e essas duas histórias só se cruzam pra lá do meio do livro.
Quando recebi esse livro da Galera Record pensei: "Porra, esse é um livro MUITO GAY." E não, é um livro que fala sobre o homossexualismo na adolescência, mas é mais que isso, o foco é sobre adolescentes descobrindo, ou pelo menos tentando descobrir, o seu lugar no mundo. Como eu disse, pode ser um bom livro para você, mas que infelizmente não me convenceu.
"Quando as coisas se quebram, não é o ato de quebrar em si que impede que elas se refaçam. É porque um pedacinho se perde - as duas bordas que restam não se encaixam, mesmo que queiram. A forma inteira mudou."
O Teorema de Katherine - John Green
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Adorei,
Cinco Estrelas,
Intrínseca,
John Green,
Juvenil,
Muito bom
Título Original: An Abundance of Katherines
ISBN: 9788580573152
Autor: John Green
Ano: 2013
Páginas: 304
Editora: Intrínseca
Tradução: Renata Pettengill
John Green mais uma vez conseguiu me conquistar com uma
história inteligente e brilhantemente escrita. É tão surreal a forma como ele
prende o leitor que eu não consigo descrever como fiquei encantada pelo livro. Só posso dizer a vocês que é mágico. São as tiradas irônicas e dotadas de
sabedoria de Colin, são as frases bem humoradas de Hassan e são as Katherines
que fazem a história ficar leve, divertida e inesquecível.
Ah, não posso me esquecer da Lindsey que levou a história para outro rumo com seu kit de primeiros socorros que servem tanto para tratamentos físicos quanto psicológicos. No caso de Colin e Hassan serviu para mudar suas vidas e transformá-los em homens cheio de valores. Lindsey é a melhor personagem do livro, só perde para sua mãe Hollis que é apaixonada por rosa e tem uma casa toda pintada desta cor. Hahaha Brincadeira! Lindsey me conquistou bastante com seu jeito caipira e nada inocente.
Sinopse:Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
As notas também traziam informações desnecessárias para as
pessoas, como informações sobre presidentes dos EUA, ou sobre inventores, mas
necessárias para o personagem, então assim que você entra na cabeça de Colin
Singleton, você quer ver mais e mais curiosidades, por isso o jeito com o autor
escreveu é tão fascinante. Eu amei a
narrativa, para mim foi bem desenvolvida e imprevisível. Claro, desde o inicio
já dá para ter uma ideia do final, mas mesmo assim o previsível se tornou
diferente pela forma como os personagens agiram.
O melhor quote de todos os livros que já li foi esse:
“A leitura acalmou um pouco a sua mente. Sem Katherine, sem Teorema e sem esperança de se tornar importante, muito pouco lhe sobrava. Mas Colin sempre podia contar com livros. Os livros são o melhor exemplo de Terminado: deixe-os de lado e eles o esperarão para sempre; dê-lhes atenção e sempre retribuirão seu amor” PP. 148
O narrador disse tudo que penso sobre os livros e encheu
meus olhos de alegria. Colin é inteligente e metódico, mas não é chato e sim
muito divertido. Ele só tem particularidades que os outros garotos não têm.
Afinal, ele é um garoto prodígio, não é?! E seus anagramas também me conquistaram
bastante. O garoto estava com dor e fazia anagrama para se sentir melhor. Achei
isso tão interessante. Ah, Colin vai deixar saudades!
Para ler este livro abra a sua cabeça e não espere mais do mesmo.Pense nos personagens e viva como eles. Só assim você se apaixonará por essa obra, assim como me apaixonei!
Para ler este livro abra a sua cabeça e não espere mais do mesmo.Pense nos personagens e viva como eles. Só assim você se apaixonará por essa obra, assim como me apaixonei!
Recomendo a leitura. O livro é interessantíssimo. Muito bom
e diferente!
Beijinhos,
Abra e descubra: Quotes cativantes - O Teorema de Katherine - John Green
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Abra,
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John Green,
Quotes
Olá, leitores!
Faz muito tempo que não posto o Abra e Descubra. Para voltar com a corda toda resolvi escolher um livro que chegou esta semana e que vem sendo objeto de desejo de muitos blogueiros. O Teorema de Katherine é mais um livro do maravilhoso escritor John Green que me deixou sem palavras após ler " A culpa é das estrelas". Ele é sem dúvida um dos melhores escritores do mundo e além disso é um gato!
Como funciona a brincadeira: Escolha um livro que você nunca leu, mas tem vontade de ler e abra em qualquer página. Leia tudo e selecione o quote mais interessante da página. Só tenha cuidado para não abrir em uma página no final e descobrir como a história termina. A intenção é incentivar você a pegar o livro esquecido e deixar com que o quote te conquiste para que você passe o livro na frente de outros na sua fila de espera
Só tem uma coisinha que está me incomodando. A capa branca! Tenho neura da limpeza com capas brancas, são lindas, mas sujam mais! :/
Quote especial:
" É possível amar muito alguém, ele pensou. Mas o tamanho do seu amor por uma pessoa nunca vai ser páreo para o tamanho da saudade que você vai sentir dela." pp. 141
Hum! Concordo em número, gênero e grau! Saudade é um sentimento de outro mundo!
Sinopse:Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.
Espero ler em breve! Alguém já leu? Comentários são sempre muito bem vindos :)
Beijinhos,
A Culpa é das Estrelas - John Green
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Cinco Estrelas,
Estrelas,
Excelente,
Intrínseca,
John Green
O que fazer quando a culpa é das estrelas? Chorar, lamentar,
reclamar? Não. Já que não tem remédio, o melhor jeito de viver o restante de sua
vida é aproveitar cada minuto e foi exatamente isso que a personagem principal
do livro, Hazel Grace fez. Ela sabia que ia morrer de câncer, estava em estado
terminal e conseguiu ganhar alguns anos com o Falanxifor para adquirir
conhecimento e viver.
Sinopse:Em "A culpa é das estrelas", Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.
Esse é um tipo de livro dramático que te faz refletir por
horas e analisar toda a sua vida. Câncer já é um assunto complicado,
principalmente quando você perdeu algum ente querido por conta da doença e
também por saber que não está imune. Isso pode acontecer com qualquer um de uma
hora para outra e a maioria das informações que tenho sobre a doença são de
pessoas lutando e sofrendo. A culpa é das estrelas mostra uma visão realista,
porém positiva da doença. Afinal, se você foi diagnosticada com metástase no
pulmão e sabe que não tem cura, o que você vai fazer? Tentar viver o quanto der
ou cair numa depressão profunda e desejar a morte.
Hazel Grace decide viver, apesar da proximidade com a morte. Sua vida muda quando conhece Augustus Watters um garoto livre do câncer há 1
ano e 6 meses. Eles se apaixonam e vivem um amor bonito, filosófico e possível.
Um amor que quebra barreiras e deixa inseguranças, mas um amor verdadeiro fruto
da doença. Foi encantador ler sobre a história desses dois, sobre o modo como
eles encararam a doença e criticaram as pessoas que estão em volta.
O livro vai além e mostra o amor entre duas pessoas doentes, o amor dos pais que mesmo
sabendo que vão perder a filha continuam lutando e a tratando como uma
adolescente normal, o amor da personagem por um livro e o respeito mútuo.
A força dos personagens me deixou poderosa. (SPOILER) Eles fizeram
amor da forma mais improvável possível. Um garoto sem perna e uma garota com um
tubo de oxigênio ao lado. Gente! Se eles se amaram assim, eu posso fazer
qualquer coisa nessa vida.
A narrativa é contagiante, dramática, envolvente e poderosa.
Não me senti triste, fiquei chocada. Afinal, ver a doença na minha frente e encarar
tudo no ponto de vista de uma adolescente é arrepiante, mas ao mesmo tempo
esclarecedor. Em momento algum se falou de religião, nem de pecado. Se falou
muito em mutação genética e filosofia. Gostei do modo como o autor abordou o câncer
e destrinchou os sentimentos dos personagens.
Quotes marcantes:
Você está tão ocupada sendo você mesma que não faz ideia de quão absolutamente sem igual você é. Página: 117
Você é um efeito colateral [...] de um processo evolutivo que não dá muita importância a vidas individuais. Você é um experimento malsucedido da mutação. Página 175.
Não contei que o diagnóstico veio três meses depois da minha primeira menstruação. Tipo: Parabéns! Você já é uma mulher. Agora morra. Página 29.
O autor foi
sensacional do início ao fim e escreveu um livro belíssimo. Aconselho a todos
que leiam este livro com paciência e muito controle emocional, porque a
história é triste, mas é narrada de uma forma tão irônica que chega a ser
cômica. Humor realista!
Recomendo a leitura! Eu gostei tanto do livro que se deixar ficarei o dia todo falando. Quero ler outros livros dele e apreciar a sua sensibilidade para tratar de assuntos sérios. A morte para ele é um processo natural, sem drama!
Beijinhos,























