• Home
  • /
  • Sobre o blog
  • /
  • Colunas
  • /
  • Parceiros
  • /
  • Anuncie
  • Resenhas Novas

    Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Netflix. Mostrar todas as postagens

    3 Séries Curtinhas Para Maratonar


    Oi, pessoal!
    Procurando dicas do que assistir no vasto catálogo da Netflix?
    Dou três. Hehe 

    Aproveitando essa onda de produções da plataforma amada do momento, coloquei algumas séries na Minha Lista e nem fazia ideia que dava para maratoná-las rapidinho. Já faz um bom tempo que não via nada inédito, só estava acompanhando novas temporadas de séries que já via (Outlander, The Walking Dead e The 100) e queria mudar de ares um pouquinho. Foi então que decidi navegar pelas opções mais recentes e essas três séries que vou indicar vi cada uma num dia. Pasme! Abre o post e vem conferir as dicas.

    5 motivos para assistir La casa de papel


    Há tempos que estamos ouvindo esse bafafá todo em cima de certa série criminal que lançou na Netflix.. E como uma boa viciada em séries eu não pude deixar de conferir e maratonar né? E depois da experiência venho aqui listar 5 motivos do porque você deveria largar tudo e ir assistir agora mesmo La casa de papel:

    Dark - Seria a melhor série da Netflix?

    No último dia 1 de dezembro (sexta-feira), fomos presenteados com mais uma nova série no catálogo da Netflix. E diferente do que já estamos acostumados, é a primeira  série alemã produzida pela mesma ou por qualquer outro serviço de streaming. Ouvi e li muitas comparações à Stranger Things, portanto queria dizer de antemão que as duas não tem nada a ver uma com a outra por muitos motivos. E ela até chega a ser muito melhor por vários aspectos. Tentarei ao máximo não dar brechas da história muito menos spoilers para não estragar a experiência de vocês, que para mim, foi uma das mais aprazíveis.

    Dark foi criada por Baran do Odar e Jantje Friese, e gira em torno de um suspense fictício de alto nível muito, mas muito intrigante. Já no primeiro episódio temos uma cena forte e questionável para se entender, eu ouso dizer que é necessário ter um psicológico apurado para assisti-la, e diferente do que eu fiz, não assistam tudo de uma vez, pois suas mentes podem literalmente, explodir.

    Stranger Things 2 - Veredito

    Um dos maiores acertos da Netflix dos últimos anos, Stranger Things teve um marketing trabalhadíssimo para sua segunda temporada que estreou ontem, com direito até a uma exposição em um museu no centro de São Paulo, fora os cartazes, banners e trailers aqui no Brasil e em outros países. Às 05h00 da manhã já estava no catálogo, maratonei direto para o veredito de hoje, então vamos lá! (SEM SPOILERS).


    1922


    Vocês já devem estar cansados de saber o quanto eu venero o mestre Stephen King e a Netflix, não é mesmo? E hoje tivemos outra estreia, a adaptação do conto 1922 do livro Escuridão Total sem Estrelas, que por acaso é um dos meus preferidos do autor, então vamos ao veredito.

    Como já dito anteriormente, o livro foi publicado a primeira vez em 2015 e é divido em quatro contos de terror psicológico onde seus personagens e suas histórias passam por momentos de "escuridão total", onde não há saída, solução ou luz no fim do túnel. E o primeiro deles é justamente 1922, onde o fazendeiro Wilfred James convence seu filho a planejarem o assassinato de sua esposa Arlette por hectares de terra herdados pelo pai dela.

    Arlette não gosta da vida no campo e quer oportunidades melhores na cidade grande, já seu esposo discorda dessa ideia, seu orgulho é sua fazenda e ele está terrivelmente disposto a não perdê-la para um empresa matadoura de porcos. Ele acredita que isso o prejudicará, então seu lado conivente bota em prática a persuasão de seu filho Henry para que as coisas não dêem errado.

    Jogo Perigoso


    Uma palavra para resumir esse filme: aflição. Jogo perigoso estreou agora, no final de setembro e já tem uma aprovação muito grande pelos assinantes da Netflix, produtora e distribuidora dessa adaptação. Depois de It - A coisa, o filme não é nada mais nada menos baseado também em um livro do mestre do terror, Stepehn King, e foi publicado pela primeira vez em 1992 e em 2000 aqui no Brasil.

    Confesso, que apesar de fã do autor, não li o livro. E como me surpreendi, apesar de ser muito caricato esse tipo de história vindo dele. Com um elenco de Bruce Greenwood e Carla Gugino nos papéis de Gerald e Jessie, a premissa da trama é bem simples, no entanto, muito instigante e intrigante. Os dois personagens formam um casal que, na tentativa de dar uma ânimo ao casamento, decidem passar um fim de semana numa casa isolada para esquentar o clima sexual dos dois. Quando, depois de algemada na cama, Jessie vê o marido ter um infarto e falecer ainda amarrada. Assim começa sua tentativa de sobreviver em meio à loucura e tensão provocada por sua mente, que a leva a enfrentar seus piores medos e segredos.


    Fiquei boquiaberta o tempo inteiro, principalmente pelos diálogos imaginários que ela tem com o marido morto e com uma projeção mais segura de si mesma que a incetiva a lutar para sair dali. O diretor, Mike Flanagan, nos envolve no passado cruel de Jessie, para entendermos suas circunstâncias atuais e o real status de seu casamento. Temas são abordados como abuso, pedofilia, e necrofilia, claro, de uma forma nada sutil. 

    Além das atuações memoráveis, um grande ponto positivo desse suspense é a fotografia. Com tons multicoloridos e que mudam o clima entre o passado e o presente, entendemos ao decorrer que a personagem sempre esteve presa ao passado e as coisas que lhe aconteceram. As algemas se tornam superficiais perto do que ela guarda dentro de si. Uma boa peculiaridade do mestre, King usa e abusa de metáforas e da loucura do ser humano, o famoso terror psicológico.

    Apesar disso, é importante ressaltar alguns defeitos do longa. O final acaba sendo corrido demais, e sem sentido. Poderia ser mais trabalhado se alguns nuances tivessem sidos acrescentados à história desde o início, onde sua construção é primordial e bem elaborada, como os temas sobrenaturais, por exemplo. Há algumas pequenas referências que os fãs do autor irão capitar de imediato, estabelecendo linhas paralelas à suas outras obras. Ainda sim, a praticidade em contar uma boa história com pouquíssimos personagens dão um certo brilho ao filme.


    Com um final um pouco mais trabalhado, julgaria um dos mais grandes acertos da Netflix e em adaptações do King, que definitivamente teve 2017 marcado como seu ano. Pensando nisso, gostaria até, como fã, de preparar uma semana especial dedicada ao autor, em breve aqui no blog. O que acham? Deixem o feedback de vocês.

    Jogo Perigoso, é sim um bom filme para quem quiser entender as suas camadas. Lerei o livro em breve para tirar minhas próprias conclusões sobre o quão profunda pode ser essa história.




    Texto por: Ingrid


    Confira o trailer legendado:

    Big Mouth - A nova animação da Netflix


    Recentemente, fiz uma matéria sobre a incrível série animada de Rick and Morty, e a Netflix, deveras maravilhosa, fez uma animação totalmente original para seu catálogo, que estreou agora em setembro de 2017, Big Mouth.

    Criada por Nick KrollAndrew Goldberg (Family Guy)Mark Levin e Jennifer Flackett, a história é sobre um grupo de pré adolescentes em seu oitavo ano escolar, no início da puberdade. O enredo tinha de tudo para parecer um clichê de filmes americanos, mas não. Totalmente discrepante, e com um humor absurdo, nos divertimos com as descobertas dos personagens sobre o primeiro beijo, primeiro porre, raiva excessiva, primeira menstruação, descoberta do corpo e de sua própria sexualidade, pais inconiventes, entre outros. Afinal, todos nós passamos ou ainda passaremos (dependendo da sua idade) por essa fase.

    Atypical

    Você imaginaria uma série sobre autismo? Ainda melhor, uma série que fala de autismo sem ser piegas? Essa é Atypical, mais um dos muitos acertos de produção da Netflix.


    Pra ser franca, eu não tinha o mínimo de noção sobre o que é autismo e nem como familiares de um autista convivem e lidam com isso. Suponho que você também não, e esse é um dos pontos surpreendentes, a série te leva pra um mundo desconhecido e faz você aprender com os personagens de forma sucinta e muito, mas muito engraçada.

    Criado por Robia Rashid (How I Meet Your Mother), acompanhamos a jornada de Sam (Keir Gilchrist), um adolescente que apesar do seu transtorno neurológico (porque sim, autismo não é uma doença e sim um transtorno crônico), quer ser mais independente e fazer coisas que todos nós julgamos como normais, mas que para ele pode ser um conjunto de atividades um tanto difíceis, como arranjar uma namorada.

    O Nevoeiro


    Anda difícil acompanhar os tantos lançamentos da Netflix. Na última sexta feira 25, saiu o novo live action de Death Note e também a nova série baseada no conto do nosso querido Stephen King, O Nevoeiro. No conto que está em seu livro Tripulação de Esqueletos, publicado em 1985, o autor mostra sua genialidade em criar situações e mistérios bizarros que mexem com a nossa cabeça. Nessa trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro, e a partir daí vão sendo descobertas as monstruosidades que se escondem através dele.

    Esse mesmo conto já foi adaptado para o cinema em 2008, tendo um final alternativo, já que no livro o mesmo fica em aberto para a interpretação do leitor. Surpreendente, encantou até o próprio Stephen que tem o azar de ter seus livros adaptados de forma inferior e insatisfatória. Ele também está no catálogo da Netflix, vale muito a pena assistir. 


    A série conta com um elenco muito bom, com Thomas Jane (O Justiceiro), Laurie Holden (Terror em Silent Hill), Andre Braugher (Poseidon) e Marcia Gay Harden (Pollock)E pelo visto, a produção de David Boyd garantiu, como já haviam anunciado, que o final da série também seria alternativo. E como foi! Com 10 episódios fáceis e movimentados, maratonei a série assim que estava disponível. 

    A Decepção do Ano: Death Note

    A Netflix é o melhor serviço de streaming atualmente, a produção de séries e filmes da própria marca vem sendo um sucesso recorrente, exemplo disso temos Stranger Things e 13 Reasons Why. Mas, na última sexta feira 25, a tão aguardada adaptação do anime/mangá Death Note conseguiu ser pior que o live action de Dragon Ball. Disappointed but not surprised.


    O Emmy 2017 vem aí! Conheça os indicados:



    Para relembrar, o Emmy Award, é um prêmio atribuído a programas e profissionais de televisão. É equivalente ao Oscar (para o cinema), o Tony (para o teatro), e ao Grammy (para a música). Ele acontece anualmente, a Academia de Artes e Ciências Televisivas dos EUA elege as séries, minisséries e telefilmes que mais se destacaram dentro de suas categorias.

    Vamos aos indicados:  

    O Mínimo para Viver - Um filme sobre luta diária


    O Mínimo para viver (To The Bone) é um filme independente comprado pela Netflix após ser exibido no Festival de Sundance no início deste ano. De antemão, gostaria de ressaltar a sua importância, principalmente pelo assunto abordado. Temas como depressão, ansiedade, alcoolismo, suicídio e luta de minorias (negros e LGBTS) vem cada vez mais sendo retratados hoje em dia, para que tenhamos mais conhecimento e informação. Agora é a vez de falarmos sobre distúrbios alimentares.

    Em termos de qualidade, já começamos pelo elenco. A protagonista, Ellen, é interpretada por Lily Collins (seus papéis mais conhecidos em Simplesmente Acontece e Instrumentos Mortais). Ellen tem 20 anos e acaba de fugir de mais uma internação. Ela é anoréxica, e sua doença faz com que ela se veja constantemente acima do peso desejado, criando por consequência aversão a comida, contagem de calorias, e até mesmo exercícios físicos inconstantes. Como se isso não bastasse, Ellen tem problemas familiares. Seus pais são separados, a mãe é lésbica e mora em outro estado com sua mulher. Já o pai, é completamente ausente, prefere não encarar a situação da filha e deixa tudo nas mãos da madrasta de Ellen, Suzan (Carrie Preston). Tanto que ele nem aparece em nenhuma cena sequer.

    Você conhece That ’70s Show?


    Feita pela Fox entre 1998 e 2006, essa sitcom (abreviatura da expressão inglesa situation comedy ou "comédia de situação", numa tradução livre, é um estrangeirismo usado para designar uma série de televisão com personagens comuns onde existem uma ou mais histórias de humor encenadas em ambientes comuns como família, grupo de amigos, local de trabalho), deixa muitas séries de comédias atuais no chinelo. 

    Sendo exibida em TV aberta pela Band com o título de “De Volta aos anos 70”, a história conta sobre um grupo de amigos adolescentes da época que tem seus dilemas cotidianos, como o primeiro beijo, perder a virgindade, se apaixonar, se apaixonar muito, traições, festas, cervejas, e o uso não explícito da maconha (que são, particularmente minhas partes favoritas e as mais engraçadas).

    Lançamento na Netflix: Girlboss


    Hey pessoas! Tudo bem?
    Pra quem ainda não sabe a boa desse feriado vai ser assistir a nova série da Netflix que estreou hoje mesmo: Girlboss. A série é uma adaptação de uma autobiografia (ou seja, baseada em fatos reais) da empreendedora Sophia Amoruso, que conta uma versão bem mais light, por assim dizer, da história da sua vida.

    A série nos traz uma personagem rebelde, que não se conforma que a vida adulta seja tão cheia de responsabilidades, onde os sonhos das pessoas morrem. Ela é politicamente incorreta, faz o que dá na telha, está sempre dando umas "patadas" nos outros e costuma ser bem egoísta. Confesso que é até difícil aceitar algumas atitudes dela às vezes. O fato é que, apesar disso, ela é muito estilosa,tem um bom olho pra moda e é cheia de atitude. Ela quer, acima de tudo, crescer, ter sua independência, achar um propósito pra vida. É o tipo de anti-heroína que amamos. 

    Descoberta da Netflix: One day at a time!


    Estava eu, na casa da minha amiga, navegando pela Netflix, quando ela me apresenta One day at a time. Sabe aquela série gostosa, que se você, casualmente passando pelos canais, esbarra em um episódio e não consegue mais parar de ver? Ela é assim. A série foi lançada em janeiro e conta com 1 temporada de 13 episódios com 30 min., que em um dia consegui maratonar e já to com vontade de rever.

    One day at a time é um sitcom que conta a história de uma família cubana/americana. Penélope é uma enfermeira, militar do exército reformada, que está separada e mora em um apartamento com sua mãe, tradicional cubana, Lydia, e seus dois filhos adolescentes, Alex e Elena. Temos ainda a constante presença ilustre de Schneider, o vizinho/zelador.

    Playlist | 13 Reasons Why


    Desde que foi lançada na Netflix no dia 31 de março, 13 Reasons Why é um dos temas mais comentados na web quando o assunto é séries. Bastou um final de semana pra milhares de pessoas assistirem aos 13 episódios da primeira (e até então única) temporada.  E não só pela produção incrível e a história forte, mas também pela playlist perfeita que escolheram para a adaptação.

    Então, se você leu esse post e ainda não se convenceu a assistir a série, venho trazendo mais um incentivo pra você largar tudo e ir correndo pra Netflix maratonar a adaptação dirigida por Selena Gomez: as músicas. Eu não sei vocês, mas par mim uma playlist diz muita coisa sobre uma série/filme, e muitas vezes até te ajudam a entrar no clima da história, por isso, ouçam e vejam por si mesmos: vale ou não vale ver a série?

    5 Motivos Para Assistir 13 Reasons Why


    Nesta sexta-feira, dia 31 de Março, estreia a mais nova série e grande aposta da Netflix para esse ano.

    Na série 13 Reasons Why acompanhamos o adolescente Clay Jensen, que recebe um pacote misterioso com algumas fitas cassete que contém gravações feitas por Hannah Baker, ex colega de classe e antiga paixão secreta de Clay, que cometeu suicídio há algumas semanas atrás. Nessas fitas a jovem conta treze razões que levaram-na a interromper sua vida e instrui as pessoas envolvidas a passar sua mensagem a diante.

    Pensem numa pessoa que está mega ansiosa para assistir esse série! Estou contando os dias desde que o trailer foi divulgado. Por isso, decidi conversar um pouquinho a respeito e listar cinco motivos para não perder esse lançamento.

    SÉRIE DAY | SCREAM



    Olá, gente. A série de hoje é baseada no filme de mesmo nome, Scream (ou Pânico, aqui no Brasil), na verdade eu mesma ainda não assisti ao filme, porém, num fim de semana sem muito o que fazer, fui dar uma olhada na série sem nem saber que era uma adaptação para a TV do filme que é tão conhecido e o resultado? Terminei a primeira temporada toda naquele mesmo fim de semana.

    Indo ao que interessa. A série começa com uma situação de cyber-bullying quando Nina, aquela garota detestável que é má com todos a volta, posta um vídeo de Audrey na internet fazendo com que todos na escola caçoem da garota. O problema é que, logo após a piada de mal gosto, Nina aparece morta na piscina da própria casa. Obviamente que Audrey se torna um suspeita em potencial, assim como Tyler, um "amigo" que simplesmente sumiu aos olhos da polícia que investiga o caso.

    Série Day | Between


    Between é uma série canadense exibida pelo canal City e produzida em associação com a Netflix. Criada por Michael McGowan, é estrelada por Jennette McCurdy - nossa eterna Sam de iCarly, uma adolescente grávida que é filha de um pastor local e vive em uma pequena cidade chamada Pretty Lake, que está enfrentando uma misteriosa doença que leva a óbito qualquer pessoa a partir dos 22 anos. A série da Netflix é bem diferente das outras produções do serviço e teve episódios liberados semanalmente. Foi renovada para uma segunda temporada com estreia prevista em 2016.

    Serie Day: Sense8


    Olá galera! Hoje trago pra vocês uma dica de série que eu mesma acabei de descobrir - só assisti o primeiro episódio! - e me sinto como se tivesse descoberto o pote de ouro no fim do arco íris. Sense8 se mostrou - pelo menos no primeiro episódio - sensacional e promete muita coisa com essa trama tão inusitada e incrível!

    A série conta a história de 8 personagens completamente diferentes, com culturas diferentes e personalidades diferentes, que, de repetente, se vêem ligados mental e emocionalmente uns aos outros. Desde que assistiram a uma visão da morte de uma mulher chamada Angelica, eles foram conectados e descobriram que são sensates: pessoas capazes de se comunicar e sentir entre si, de se apoderar do conhecimento, habilidades, conhecimentos, línguas, etc, uns dos outros.